17 março 2015

Criatividade na escola: construindo novos cenários de aprendizagem

Texto e imagens: +Karla Vidal 

Nesta semana a Abble Estúdio de Aprendizagem e a Pipa Comunicação lançam na web o livro Cultura Digital na Escola: habilidades, experiências e novas práticas, de autoria dos pesquisadores Alex Sandro Gomes, Pasqueline Dantas Scaico, Lays Rosiene Alves da Silva e Ivson Henrique Bezerra dos Santos, todos vinculados à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Em abril a obra também será publicada em edição impressa.

Cultura Digital na Escola inaugura a Série Professor Criativo: construindo cenários de aprendizagem. Os volumes têm como objetivo oferecer a professores e pesquisadores conteúdo capaz de fomentar a discussão sobre inovação da prática de ensino. Mais do que promover o confronto entre os paradigmas conservador e inovador, a obra pretende promover um diálogo menos conflituoso entre esses dois pontos de vista.

O que se vê hoje é um cenário que coloca práticas inovadoras em contraposição direta com modelos que, de alguma maneira, já fazem parte do cotidiano dos professores em sala de aula. Mas, é ainda insuficiente a reflexão sobre como as práticas já utilizadas podem dialogar com estratégias inovadoras a fim de garantir uma participação mais ativa dos alunos e uma aprendizagem mais efetiva.

Tecnologias não resolvem problemas sozinhas, mas o seu uso pode ser associado a práticas criativas que aumentam o engajamento e empoderam tanto professores quanto alunos.

Um exemplo claro e atualmente muito discutido são as estratégias de Sala de Aula Invertida (do inglês Flipped Classroom) que lança mão das tecnologias digitais, prática considerada inovadora, associadas a atividades de exposição, compreensão e discussão sobre conteúdos, lógica que já faz parte da sala de aula há muitos anos e que agora ganha um novo arranjo. Na Sala de Aula Invertida os alunos estudam o conteúdo em casa, por meio de videoaulas ou outros recursos interativos, e na sala de aula são postos em prática exercícios e atividades em grupo em que o professor aprofunda o tema participando ativamente e estimulando discussões. As práticas de Sala de Aula Invertida são um exemplo claro de como o diálogo entre a inovação e o tradicional pode acontecer de forma simples e harmônica.

Outro exemplo que desmistifica a complexidade no uso das tecnologias aplicadas à educação é o modelo de Ensino Híbrido (Blendend Learning) que mistura momentos em que há uso da tecnologia digital, geralmente online, com situações nas quais a tecnologia digital não está presente. Nesse último caso os professores propõem atividades que valorizam as interações interpessoais face a face.

É bem verdade que a explosão das tecnologias digitais causou certo espanto e em muitos casos até medo nos professores. Movimento natural que aconteceu em diversos outros momentos da história quando novas tecnologias despontaram. Na segunda parte do livro Cultura Digital na Escola os autores discutem justamente sobre as experiências de uso das tecnologias na prática docente, que acontecem há vários séculos. No livro os autores apresentam o exemplo de Commenius e Pestalozzi, entre os séculos XVI e XVII, que já utilizavam abundantemente materiais educativos no contexto do ensino da Geometria. A tecnologia, digital ou não, seria então uma ferramenta de estímulo que pode garantir bons resultados tanto na aprendizagem dos alunos, dentro e fora da sala de aula, quanto nas práticas pedagógicas dos docentes que, ao conhecer e utilizar a tecnologia, são capazes de construir novos e múltiplos cenários de aprendizagem para seus alunos e para si.

O eBook apresenta um capítulo inteiro dedicado ao planejamento detalhado de novas práticas em que são utilizados diferentes materiais, sejam eles tecnologias digitais ou não, a exemplo das redes sociais, RPG, filmes, jogos e desenhos. São seis modelos de cenários de aprendizagem prontos para serem postos em prática ou servir como inspiração para os docentes.

Mas o que é um professor criativo?



Para Alex Sandro Gomes, professor do Centro de Informática da UFPE e um dos autores do livro Cultura Digital na Escola, a criatividade é uma forma de ultrapassar fronteiras. “A professora ou o professor criativo é aquele cuja atuação renova a definição de sua própria prática e as de outros professores. Ela, ou ele, não se limita a modelos e formatos e propõe novas formas de educar. Ao construir novos cenários, usa e é capaz de desenvolver uma ampla gama de situações com recursos e dinâmicas”, afirma. Além da atuação acadêmica, Alex Sandro Gomes também articula uma série de atividades de formação e inovação como o estúdio de aprendizagem Abble, cujo foco é a formação de professores, e as comunidades de software livre Amadeus e Openredu.

Já Leila Ribeiro, doutoranda em Ciência da Informação na Universidade de Brasília (UnB) acredita que a criatividade está diretamente ligada ao exercício de empreender. “Educador criativo é aquele que não tem medo de conhecer, não se esquiva do novo, questiona o que todo mundo segue sem questionar e experimenta, mesmo fazendo caretas. Ser criativo não é um dom, muito menos um conceito de “ser artista”. Ser criativo é pensar diferente do igual, é tentar outras maneiras, mesmo que pareça existir apenas uma. Ser curioso é essencial para o professor criativo”, afirma. Educadora e ativista pela vida em rede on e off-line, Leila realiza amplo trabalho de conscientização docente no site www.sala.org.br através das experiências de professores, muitas delas diretamente ligadas ao exercício da criatividade. “Sempre faço uma analogia com Alice no País das Maravilhas: ela não tinha medo do que via e tudo era completamente fora do convencional. Alice era uma exploradora, não havia perigos ou príncipes para salvá-la, só havia um mundo incrível para ser desbravado e conhecido por ela. Talvez seja isso: precisamos ser mais Professores Alice #curiouser”, conclui.

Tanto Alex Sandro Gomes quanto Leila Ribeiro acreditam que a criatividade é uma questão de movimento, de ação e superação. Mas, esse ponto em comum não está presente apenas na opinião de professores com anos de experiência de prática docente. Daniella Duarte é professora recém-formada e ministra suas aulas em uma escola particular do Recife há pouco mais de 1 ano. Vem transformando sua prática pedagógica desde quando integrou a equipe do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência, iniciativa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e Ministério da Educação (PIBID/CAPES/MEC), cujo foco são atividades de iniciação à docência para os estudantes das licenciaturas. No programa, Daniella atuou em escolas da rede pública onde teve a oportunidade de pôr em prática uma série de estratégias para o ensino da linguagem, mais precisamente sobre Gêneros Textuais, em que vídeos, jogos, desenhos e outros recursos foram utilizados. As experiências do Pibid Letras da UFPE viraram séries de livros digitais para dar suporte à formação de muitos outros professores. “Ser um professor criativo é conhecer os gostos musicais, literários, cinematográficos do aluno. É conhecer o universo no qual o aluno está inserido, seja ele qual for. Ser um professor criativo é ser aberto a críticas, reconhecer o erro, investir no futuro. Ser um professor criativo é unir a teoria acadêmica à prática, ao contexto de cada sala de aula. É superar limites (de tempo, de cansaço, de curiosidade). É, acima de tudo, estar feliz em ampliar o universo de tantos alunos”, comenta.


Cultura Digital na Escola: habilidades, experiências e novas práticas está disponível para aquisição na Livraria da Pipa: http://www.pipacomunica.com.br/livrariadapipa. Para garantir o máximo alcance da obra os professores interessados poderão escolher entre o formato impresso ou o digital. A edição digital já está à venda pelo valor promocional de lançamento de R$ 9,90. Já a edição impressa poderá ser adquirida em abril pelo valor de capa de R$ 34,90, com frete gratuito para todo o território nacional.


15 março 2015

Fotografia e memória: negativos, digitalizações e afeto

Imagens digitalizadas a partir de negativos de filme preto e branco datados de 2004. Fotos: +Augusto Noronha e +Karla Vidal 

Andei revirando arquivos e estimulando sentidos nos últimos dias. Em dezembro passado decidi me dar de presente um equipamento que já vinha namorando há anos, mas que acabava nunca comprando por questões de prioridade. Meus investimentos em equipamentos fotográficos costumam ser muito bem pensados e planejados porque a grana é curta. Para tornar a aquisição possível eu conto exclusivamente com a ajuda de familiares que moram fora do país e que podem me ajudar no envio de acessórios e lentes. Foi o que aconteceu com o personagem principal desta postagem, o Rollei DF-S 100 SE Scanner de diapositives et négatifs que pude comprar direto na França graças a minha querida irmã +anne sophie lahalle (o que seria de mim sem vocês aí?) que veio ao Brasil e trouxe a encomenda pra mim.

Foto: 2015 CC +Karla Vidal 

Comprei o scanner logo após o lançamento do meu livro Anônimos, Famosos e Viajantes onde estão publicadas fotografias que produzi em processo analógico. O processo de digitalização das cópias já reveladas foi bem árduo e decidi investir no equipamento para caso haja a necessidade de novas edições. Isso porque, além das imagens que compuseram o livro, ainda tenho dezenas de fotogramas inéditos que gostaria muito de publicar. Se você não conhece o livro clica aqui que o download é gratuito.

A compra foi super curiosa. Pesquisei muito sobre os equipamentos para chegar a algo que atendesse minha necessidade numa faixa de preço humano. O bom é que na França esses equipamentos possuem preço bem justo. Depois de muito pesquisar cheguei a dois modelos, um da marca Veho e um da Rollei. Além da reputação da marca alemã Rollei, o que motivou também a decisão final foi a possibilidade de usar um cupom de desconto de 10 euros e mais um desconto de Natal no valor de 5 euros. Com todos esses benefícios o produto saia por 54 euros (184 reais na época) com entrega em 24h. Não tinha como não comprar.

Fotos: 2015 CC +Karla Vidal 

E foi um dos melhores investimentos que fiz na vida. Para quem deseja qualidade extra-mega profissional existem melhores opções no mercado, incluindo edições da própria marca Rollei, mas para as minhas necessidades a compra foi fantástica. O equipamento é simples, pequeno e completo, do jeitinho que eu gosto. Possui um corpo de pouco mais de 15 centímetros de altura fácil de posicionar em qualquer lugar e três pranchas para encaixe dos filmes, sendo duas para slides e diapositivos e uma para negativos, tudo bem projetado com espaços específicos para acondicionar corretamente e não danificar os filmes. O processo de digitalização é muito simples, basta apertar alguns botões e tudo é salvo em um cartão de memória do tipo SD.

Foto: 2015 CC +Karla Vidal 
Além de garantir a digitalização dos negativos em bons arquivos com 1.800 dpi e dimensões em pixels de 2520 x 1680, o scanner desempenhou outro importante papel, o estímulo da memória. Comecei a fotografar na adolescência e tenho negativos desde então. O scanner possui um display onde se pode ver os fotogramas um a um. A cada fotograma que via sentia uma emoção diferente. Comecei a lembrar dos momentos vividos, das situações que contextualizavam cada imagem e até de cenas que nem lembrava que havia registrado. Algumas delas que não quis mostrar na época porque quando era aprendiz ainda tinha o pensamento muito condicionado e acreditava que tudo que produzia era ruim. Ainda bem que a gente amadurece.

Fiquei realmente emocionada e muito satisfeita de poder desempacotar os meus negativos e viver essa experiência que para mim é nova. Não a experiência de recordar através das imagens, mas sim a experiência de rever as minhas imagens e perceber que o material que produzi e que antes eu achava que não tinha tanto valor, está completamente carregado de outras memórias que não são só minhas, são das pessoas que registrei, dos locais que fotografei e do contexto social que ficou imortalizado em cada fotograma. Se essa não for a melhor contribuição da fotografia na vida das pessoas, não sei mais qual possa ser.

Cena fotografada no Parque 13 de maio, no Recife, em 2002. Foto: +Karla Vidal 

Dos meus negativos algumas novas séries surgirão. Prometo publicá-las no http://karlavidal.com.br/. As imagens do início dessa postagem foram feitas em filme Kodak Tri-X, reveladas em laboratório e digitalizadas no scanner DF-S 100 da marca Rollei. Foram feitas em 2004, há mais de 10 anos, quando eu e +Augusto Noronha começamos a namorar. Os clicks onde apareço são dele e aquele em que ele aparece é meu.

E vocês, que afetos carregam os seus filmes?


03 março 2015

Gêneros em Debate: pôsteres acadêmicos

Foto: +Karla Vidal 
O Núcleo de Investigações Sobre Gêneros Textuais da Universidade Federal de Pernambuco (Nig/UFPE), em parceria com a Pipa Comunicação, acaba de lançar o eBook Gêneros em Debate: pôsteres acadêmicos. Organizado por Angela Paiva Dionisio, Ana Cristina Gomes da Penha e Najara Ferrari Pinheiro, a publicação constitui os Anais Eletrônicos do IV Encontro Gêneros na Linguística e na Literatura que aconteceu em 2013 na UFPE.

Composta a partir da seleção de 41 pôsteres apresentados durante o evento, a publicação coloca em pauta a importância do gênero pôster acadêmico como meio de divulgação de projetos que têm como essência o diálogo entre diversas linguagens. “Esse gênero valoriza a multimodalidade, tornando-se, pois, um meio dinâmico para apresentação de resultados de pesquisas ou atividades desenvolvidas na Universidade”, afirmam as autoras. Também é objetivo da obra reforçar o caráter científico do pôster acadêmico, muitas vezes colocado em xeque até mesmo dentro da academia.


Foto: +Karla Vidal 
O eBook também é um registro digital do material produzido pelos pesquisadores originalmente para fins impressos. É uma forma de ampliar o alcance do conteúdo para além dos dias de exposição no evento. Uma proposta pouco vista no que se refere ao gênero anais de eventos que geralmente trazem o resultado das pesquisas apresentados em forma de artigo.

A iniciativa também pode ser vista como uma importante fonte de pesquisa do gênero pôster acadêmico, já que elenca uma série de olhares diferentes, em que cada autor teve a oportunidade de ilustrar sua pesquisa através do desenvolvimento de interpretação gráfica própria. “O livro está repleto de interpretações diferentes desenvolvidas a partir de um modelo de pôster sugerido como guia. A partir daí cada autor desenvolveu um método particular de expor sua pesquisa de forma visual, através do diálogo entre texto, imagem, gráfico ou ilustração. Os caminhos escolhidos pelos autores para promover esse diálogo entre os elementos são, a meu ver, mais um importante objeto de estudo agora disponível para análise através do eBook”, conclui Karla Vidal, editora executiva da Pipa Comunicação, editora responsável pela obra.

Foto: +Karla Vidal 

Gêneros em Debate está disponível com uma Licença Creative Commons 4.0 internacional. O acesso é gratuito e pode ser realizado através do link: http://issuu.com/pipacomunica/docs/ebook-generos2013-ufpe. Para aqueles que desejam realizar o download em PDF (46 MB) o link de acesso é: http://nigufpe.com.br/Generos/2013/ebook-generos2013-UFPE.pdf

Compartilhe com seus alunos!


12 fevereiro 2015

Fantasia minimalista pra brincar o Carnaval


É isso mesmo que você está pensando! Não deu tempo de pensar e muito menos de preparar aquela fantasia super elaborada para o Carnaval. Nunca dá, né?

Mas, se você tá enfrentando o mesmo problema que o nosso, não se dê por vencido! Sempre dá pra criar alguma coisa legal de última hora. Quando já estávamos prestes a assumir o 404: fantasia não encontrada por aqui, eis que a lâmpada faz plim! e acende com uma ideia massa: acessórios.

Blogs de moda sempre falam do poder dos acessórios e a gente quase nunca dá muita bola, mas eles estão certos. Ano passado a gente sugeriu a ideia das máscaras das redes sociais. Se você não viu clica aqui que elas podem ser úteis este ano também. Máscaras são acessórios que podem dar um up na sua fantasia ou fazer as vezes de uma, o que foi o nosso caso.

Foi assim que no desespero de uma quinta-feira pré-carnaval pensamos em repetir a ideia e fazer novas máscaras com novos temas. Muito chato! Pensamos mais um pouquinho e chegou a ideia de criar adereços que formam uma composição legal que chamamos de fantasia minimalista de papel. São recortes simples no estilo Photo Booth Props (joga no Google!) muito utilizados nos quatro cantos do mundo e agora também nos quatro cantos de Olinda (pam, pam, pam, pam!).

Tem obra de Magritte, Frida Kahlo (deusa), a Rainha Vermelha, a La Ursa e um francês simpático desejando bom dia pra todo mundo. É só imprimir, prender num palito de churrasco e cair na folia. Se não tiver palito de churrasco serve canudo, lápis de cor e até palito de picolé. Usamos papel de gramatura 180. Mais fino que isso não serve porque não há firmeza suficiente e enrola. Rasgou ou perdeu o adereço no meio da folia, relaxa que quando chegar em casa você imprime outro pro dia seguinte!

Como ideia boa é ideia compartilhada, o PDF dos adereços está disponível para quem quiser baixar nesse link: https://dl.dropboxusercontent.com/u/53057173/aderecos-do-carnaval-da-pipa.pdf.




Divirtam-se no Carnaval! E lembrem-se: respeito e moderação nunca fazem mal a ninguém!

03 janeiro 2015

Calendário 2015 para download e impressão

Fotos: +Karla Vidal 

Em 2013 criamos um calendário em formato A4 para ser impresso de forma simples e utilizado por todos ao longo do ano. Ele dialogava com nosso projeto de fim de ano lançado na época. No afã de lançá-lo antes do início do novo ano, acabamos propondo uma arte bacana, porém com funções incompletas. O projeto funcionou bastante para uma simples conferência de datas, mas deixou a desejar em relação aos feriados, o que me incomodava um pouco.


Foi assim que decidimos que o projeto de calendário para 2015 seria repensando. Continuaria com a proposta de algo simples e fácil de imprimir em casa mesmo. Mantivemos o formato A4, mas, ao invés de projetar uma lâmina única, desenvolvemos 12, uma para cada mês. O resultado é um calendário com fontes maiores e com marcação de feriados e outras datas que consideramos especiais. Outra vantagem é que a troca mensal faz com que o material não fique tão sujeito à ações externas como sujeira, amassados, arranhões e a luz do sol que desbota certos tipos de impressão.

Nosso projeto é simples e livre. Qualquer pessoa pode imprimir em casa ou adaptar o projeto a sua necessidade. Aqueles que desejam imprimir em gráfica ainda poderão solicitar reduções ou ampliações de acordo com a necessidade. As lâminas podem ser facilmente adaptadas a diversos locais: murais, mesas, parede etc..

Trabalhamos com temas de destaque para cada um dos meses e marcamos datas que para nós são especiais como o Dia do Fotógrafo ou o Dia do Diagramador. Esperamos que o projeto seja útil para o maior número de pessoas. O download do arquivo pode ser feito neste link: https://www.dropbox.com/s/er8z2qt7rqrgpmu/2015.pdf?dl=0

Não deixe de indicar o download para os seus amigos. Mais imagens do projeto: 





Um feliz ano novo para todos! 

Você vai gostar de viajar por aqui:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...