25 novembro 2014

Livro apresenta análises sobre teoria e prática do texto literário na educação infantil

Fotos: +Karla Vidal.

Nesta quarta-feira (26) às 19h será lançado, na garagem da Unidade Acadêmica de Serra Talhada da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UAST), o livro O texto literário na educação infantil: teoria e prática, organizado pelo professor +Marcelo Sibaldo (URFPE)

Editada pela Pipa Comunicação, a obra apresenta os resultados do projeto LEIA (Leitura vs. Escrita: interação e autonomia), desenvolvido pelo Programa de Educação Tutorial em Linguística, Letras e Artes Conexão de Saberes (PET/CS) da UAST, na Universidade Federal Rural de Pernambuco. 

A obra traz treze capítulos, alocados em dois grandes blocos temáticos, que abordam a aquisição de leitura e escrita e o ensino de literatura para a educação infantil. O primeiro bloco, Analisando os dados das crianças do LEIA, está dividido em nove capítulos e um depoimento, cada um deles produzido por integrantes do projeto LEIA a partir dos interesses teórico-metodológicos sobre os manuscritos das crianças e pré-adolescentes que participavam das rodas de leitura do projeto. 

Já o segundo bloco Refletindo sobre a leitura e a escrita infantil apresenta quatro capítulos de professores que há algum tempo vêm estudando questões relacionadas à aquisição da escrita, à leitura e ao ensino de literatura, temas primordiais para professores de todas as séries da educação básica e pesquisadores da área de Letras em geral.


O lançamento acontece durante o XI Fórum Linguístico-Literário do Curso de Letras da UAST que faz parte das atividades da XIV Jornada de Ensino, Pesquisa e Extensão (JEPEX) da UFRPE. Na ocasião também acontece mesa-redonda em que serão discutidos dois capítulos da obra: O erro ortográfico em narrativas escolares, de Eudes Santos (UFRPE) e Marta Maria Minervino (UFAL) e Com Manuel Bandeira na escola: uma proposta para o ensino infantil, de Andreia Andrade (UFRPE). 

SERVIÇO 

Lançamento do livro “O texto literário na educação infantil: teoria e prática” 


Onde? Garagem da Unidade Acadêmica de Serra Talhada da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UAST). 
Quando? Quarta-feira 26 de novembro de 2014, às 19h. 
Editora: Pipa Comunicação
Dados da obra: 320p. Inclui bibliografia. 1ª ed. 
ISBN: 978-85-66530-34-6 

14 novembro 2014

Openredu: existe vida além do Moodle

Cartelas de stickers da comunidade Openredu. Foto: +Karla Vidal 

Existe sim, vida além do Moodle, e ela é até mais interessante. O sistema, contudo, continua sendo um marco na história da educação a distância. Os quatro cantos do mundo utilizam o famoso software de código aberto e não apenas para fins educacionais. O mérito é tamanho que quase tudo que foi desenvolvido depois tem algum tipo de inspiração no Moodle. Mas o software tem falhas e limitações como todo sistema web. O bom é que muito do que tem sido desenvolvido pós-moodle busca justamente corrigir as falhas e diminuir as limitações, além de acompanhar as mudanças cada vez mais constantes na esfera educacional.

Esse é o caso da Rede Social Educacional (Redu), que é uma plataforma pernambucana desenvolvida com o objetivo de proporcionar experiências de aprendizagem mais intensas entre professores e alunos. Para alcançar esse objetivo lançou mão de uma série de recursos e de conceitos dos mais atuais no contexto das tecnologias aplicadas à educação: Redes Sociais, apps, Recursos Educacionais Abertos e Moocs. A Rede dialogou com todos esses canais. O resultado não poderia ter sido diferente, mais de 32 mil usuários e a construção de uma rede sólida de pessoas que não só acreditam como praticam uma educação diferente, totalmente integrada aos benefícios que as tecnologias digitais possam proporcionar.

A boa notícia é que, em 2014, a Redu abriu seu código e se transformou na comunidade Openredu. Agora, qualquer pessoa ou instituição pode implementar a plataforma em sua própria nuvem e oferecer cursos e experiências de aprendizagem a distância. Toda a documentação está disponível no GitHub e pode ser acessada diretamente através do site openredu.org.

O processo de abertura é recente e o site deverá permanecer em construção constante, afinal é uma comunidade de colaboração e troca de conhecimento, assim como acontece há anos com outros softwares de código aberto. Naturalmente, aqueles que possuem mais informações irão colaborar com os que estão começando. A ideia é construir fóruns nos mesmos moldes do que já acontece com outros sistemas como, por exemplo, o Wordpress. A diferença é que Openredu é 100% brasileira.

Assim como o Moodle requer conhecimentos em implementação de sistemas web e linguagem PHP o Openredu requer conhecimentos na linguagem Ruby, mais atual e mais veloz. Aliás, há vídeos no Canal do Youtube com treinamentos e apresentação do código produzidos pela própria comunidade Openredu. Desenvolvedores iniciantes têm aí uma boa oportunidade para estudar e pôr em prática seu conhecimento.

Como a gente apoia toda iniciativa de educação aberta, também estamos apoiando o Openredu em sua caminhada para se tornar uma das maiores plataformas de aprendizagem online. Nesta semana foi lançada a campanha "We Are Open" que criamos para ampliar o alcance da iniciativa tanto na web, como fora dela.

Campanha We Are Open para Openredu.

Da campanha faz parte uma série de materiais, que vão desde stickers até banner. Tudo com o intuito de estimular as pessoas a conhecer a iniciativa. Além de abrir o código, Openredu também abriu a arte dos materiais. Qualquer pessoa pode baixar os arquivos finais e apoiar a comunidade produzindo para si o produto com o qual mais se identificar. É só baixar o arquivo e levar até a gráfica mais próxima ou rodar em sua impressora mesmo. Tudo está disponível no site da comunidade no link: http://goo.gl/DN8MSX.

Para facilitar, trouxemos os materiais também aqui para o blog. Colaboramos com a produção de 500 cartelas que somam um total de 2 mil stickers circulares. Esses que estão lá no cabeçalho deste post. O material pode ser adquirido com o professor Alex Sandro Gomes (CIn/UFPE), responsável pela comunidade.

Para apoiar é só clicar em cada imagem para acessar o arquivo final e compartilhar web a fora. Só não deixe de produzir o seu.





Para curtir a comunidade no Facebook:


05 novembro 2014

5 de novembro é Dia do Designer

Foto: +Karla Vidal.

5 de novembro é #DiaDoDesigner. Para comemorar a data selecionamos uma citação que nos cativou bastante que está localizada na página 19 do livro O Segredo de Magritte de Caulos. Além de autor, Caulos também ilustra toda a obra que integra a coleção Pintando o Sete da Editora Rocco.

Mas nem todos gostam de ver o que não esperam ver e por isso gostam é de ver sempre as mesmas coisas o que é muito chato. (CAULOS 2007 p.19)

Por um dia a dia menos chato. Happy #Daysign!

Uma música, várias versões: Just the Way You Are

Cena do clip oficial Just the Way You Are de Bruno Mars (Warner Music).

Quando Michael Jackson morreu eu me senti tão órfã como na morte de Luiz Gonzaga. Foi uma associação esdrúxula, mas são os dois músicos que mais escuto no dia a dia. Ainda bem que a discografia que ambos nos deixaram é suficiente pra gente ser feliz, mesmo após suas partidas.

Uma luz fez plim nos meus olhos quando aparaceu Bruno Mars trazendo toda aquela voz e performance pra quem, assim como eu, sentia falta do Michael. Nunca serão iguais, mas o Bruno, na minha opinião, é muito bom, mesmo com todo o esforço da mídia em transformar as canções dele em uma espécie de blockbuster adolescente do mercado musical.

Gosto muito da badalada Just the Way You Are. E quando sobrou um tempinho de fim de expediente eu corri pro YouTube para ver o clipe que, além de ter a bela canção, é cheio de animações meio stop motion feitas com fios de fita K7 desenrolada (beijo pra quem também enrolou fita K7 com caneta nos anos 80!).

São esses momentos que me fazem lembrar sobre como o YouTube é maravilhoso para pesquisar, aprender e para entretenimento. Depois de ver o clipe oficial da canção fui ver as dezenas de sugestões que a rede social de vídeos oferece e fiquei até espantada com tanta coisa boa que vi. É diferente do Deezer e do Spotify porque no YouTube tem as indicações das produções do público, gente como eu e você que tá por lá mandando super bem.

É impressionante! Tem versões até melhores que a do Bruno Mars (sorry, dude!). Achei tão bom que comentei por lá e vim correndo compartilhar aqui no blog para vocês me dizerem de qual versão mais gostaram.

Aperta o play, compara e depois comenta! :)












Você vai gostar de viajar por aqui:

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