19 maio 2015

Em 2015 tem mais uma edição do Simpósio Hipertexto na UFPE

Fotos: +Karla Vidal 

Com o tema “Aprendizagem Aberta e Invertida” Simpósio Hipertexto convida educadores a pensar diferente, pensar fora da caixa.

Na primeira quinzena de abril o Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação lançou seu website convidando pesquisadores de todo o país para sua chamada de trabalhos e inscrições. Em 2015 o evento chega a sua sexta edição promovendo a discussão em torno do tema Aprendizagem Aberta e Invertida. As atividades estão programadas para acontecer no campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) nos dias 7 e 8 de dezembro.

Promovido através de uma organização conjunta entre o Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologia Educacional (Nehte), o grupo Ciências Cognitivas e Tecnologia Educacional (CCTE), a Pós-Graduação em Ciências da Computação e o Mestrado Profissional em Letras, todos vinculados à UFPE, o congresso abriga pela segunda vez o Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias do qual participam líderes internacionais da educação convidados pela organização.

O Simpósio Hipertexto já faz parte da agenda nacional e internacional de eventos acadêmicos sobre linguagem, tecnologia e aprendizagem. Transdisciplinar a iniciativa congrega a cada edição pesquisadores das mais diversas áreas de estudo, todos reunidos em torno do debate sobre práticas pedagógicas desenvolvidas com o auxílio das tecnologias digitais de informação e comunicação. O principal objetivo é proporcionar o diálogo entre os educadores a fim de estimular práticas docentes mais eficazes e prazerosas nos diversos níveis de escolaridade.

Presenças



O Simpósio Hipertexto é composto por uma série de atividades divididas em categorias como conferências, mesas-redondas, sessões de comunicação e oficinas. Também integra a programação a exposição Artes Digitais e Tecnologias Educacionais da qual fazem parte os projetos selecionados na edição vigente do Prêmio Hipertexto: artes digitais e aplicativos educacionais.

Para 2015 já estão confirmadas quatro grandes conferências, duas nacionais e duas internacionais. Entre os conferencistas nacionais está o professor titular da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Nelson Pretto. Responsável pelo projeto de inclusão sociodigital Tabuleiro Digital, Nelson Pretto tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação e Comunicação, atuando principalmente nos temas internet, educação e cibercultura, tecnologia educacional, software livre e acesso aberto.

Outro convidado nacional é o professor associado da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Marco Silva. Sociólogo e doutor em Educação, Marco Silva é um dos fundadores da Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura (ABCiber). Entre os temas recorrentes em seus projetos estão a interatividade, a formação de professores para docência online e o desenho didático em ambientes virtuais de aprendizagem colaborativa.

Os convidados internacionais da edição 2015 do Simpósio Hipertexto trabalham juntos e são os responsáveis pela criação do Institute for Knowledge Innovation and Technology – IKIT (Instituto de Inovação do Conhecimento e Tecnologia) em Toronto, no Canadá. Marlene Scardamalia e Carl Bereiter, professores da Universidade de Toronto, desenvolveram juntos a teoria conhecida como Knowledge Building (construção do conhecimento) que descreve o que uma comunidade de aprendizes precisa realizar para construir conhecimento. Para eles aprendizagem e construção de conhecimento são processos distintos.

A abordagem dos pesquisadores canadenses trata de um processo de construção do conhecimento em que os alunos gerenciam as ideias com as quais trabalham em comunidade, de forma colaborativa. Essa construção do conhecimento diz respeito ao processo de criação de novos artefatos cognitivos. Os aprendizes ultrapassam a compreensão passando do estágio de aprendizes para o de pensadores. Nessa perspectiva os dois pesquisadores uniram seus trabalhos também no desenvolvimento do primeiro sistema de rede de aprendizagem colaborativa (o Computer Supported Intentional Learning Environments - CSILE) que evoluiu para o atual Knowledge Forum, ambiente virtual de aprendizagem intencional que ajuda os estudantes a compreender como o conhecimento é construído socialmente, proporcionando a reflexão, revisão e transformação dos seus conhecimentos. As inscrições para o Simpósio Hipertexto são divididas em duas chamadas, a primeira delas com prazo final em 30 de junho. Os interessados podem participar como apresentadores de trabalho ou como participantes ouvintes. Os dois tipos de inscrição oferecem a oportunidade de inscrição adicional em uma das oficinas oferecidas exclusivamente para os participantes do evento.


Educadores, pesquisadores e gestores podem apresentar nas sessões de comunicação tanto pesquisas já concluídas como pesquisas em andamento ou relatos de experiência. Já graduandos ou tecnolandos, devem participar da modalidade pôster digital criada especialmente para estudantes. O diferencial desta modalidade é a avaliação das apresentações e posterior premiação com a entrega do Troféu Luiz Antônio Marcuschi para a apresentação mais bem avaliada.

Autores de aplicativos e projetos de arte digital podem participar do Prêmio Hipertexto cujas inscrições também estão abertas. Os interessados já podem realizar inscrição no endereço: http://www.simposiohipertexto.com.br/

Serviço 
6º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 2º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias
Tema: Aprendizagem Aberta e Invertida
Organização: Nehte/UFPE, CCTE/UFPE, Pós-graduação em Ciências da Computação/UFPE e PROFLETRAS/UFPE
Inscrições: http://www.simposiohipertexto.com.br

14 maio 2015

Como fazer funcionar os plugins sociais do Facebook no Blogger

Imagem de divulgação do Facebook Developers.

O bom de trabalhar com muitas plataformas e sistemas operacionais é que você consegue encontrar erro em tudo. E por que isso é bom? Porque é função de quem trabalha com design encontrar os problemas e propor as melhores soluções. Com o trabalho constante você vai adquirindo experiência e começa a antecipar alguns problemas. No meu entendimento isso é bom, mas muita gente não compreende e acaba taxando você de pessoa chata e negativa que vê problema em tudo. Mas, acredite, essa antecipação é o que salva a vida de muitos projetos.

Eu uso o sistema Windows para a maioria dos projetos que desenvolvo. Também trabalho com iOS, mas não é o sistema que mais uso. Em dispositivos móveis uso Android, iOS e também Windows. Para websites uso de tudo: de HTML simples até CMS. No caso dos blogs uso Wordpress (.org e .com), Blogger, Tumblr e o que mais aparecer. E é justamente alimentando vários blogs em diferentes plataformas que as incompatibilidades aparecem para serem resolvidas.

Recentemente o Facebook anunciou que o plugin Like Box seria desativado e substituído pelo novíssimo Page Plugin, mais elegante e supostamente mais atraente. O plugin é aquela caixinha que tem em quase todos os sites onde são exibidos os avatares dos fãs e o botão de Like de uma fanpage. Começa então a corrida para substituir o Like Box de todos os sites de projetos ativos. No HTML e no Wordpress tá tudo certo, mas no Blogger a coisa complica um pouquinho mais.

Para fazer rodar os plugins sociais do Facebook é necessário inserir dois códigos em seu site/blog: um JavaScript SDK próprio do Facebook que você pode estudar sobre ele no Facebook Developers e o código do plugin referente ao tipo de plugin que você escolheu (Page Plugin, Share Button etc.).

Até aí passos muito normais para qualquer pessoa que trabalha gerenciando websites. Só que aquele JavaScript do Facebook, responsável por habilitar qualquer um desses novos plugins, precisa ser convertido antes de ser inserido no código fonte do Blogger. Isso acontece porque o sistema de escrita de código no Blogger é diferente. Se tentar, você provavelmente vai se deparar com um erro  do tipo:

Erro ao analisar XML, linha 661, coluna 64: The reference to entity "version" must end with the ';' delimiter.

Como a web é um mundo maravilhoso de colaboração, existe ferramenta online para conversão do código de forma simples e rápida, a Blogcrowds HTML Parser, que você pode acessar aqui. Basta inserir o código oferecido pelo Facebook e acionar o botão PARSE. A ferramenta gera o código adaptado para o sistema de escrita aceito pelo Blogger de forma automática. É bom? É maravilhoso e poupa um tempo incrível. Mas, é bom pontuar que copiar e colar sem saber o que aconteceu de fato não vai fazer de você um desenvolvedor.

Não vou entrar nos detalhes dos tipos de escrita de código e tudo mais porque é uma história longa e vai ficar muito chato. Eu também não sei de todos os detalhes porque não sou desenvolvedora plena. Só sei o suficiente para realizar as minhas atribuições de webdesigner. No entanto, aconselho muito que busquem estudar o assunto se o desejo é administrar websites. É muito importante ter noção do que está fazendo para saber solucionar novos ou até o mesmo problema caso aconteça novamente. O que estudar? HTML, XML, CSS e JavaScript já é um bom começo. O wordpress tem o https://codex.wordpress.org/ que é imprescindível tanto para quem quer apenas postar como para quem vai fazer a manutenção do site.

Espero ter ajudado quem se descabelou com esse probleminha que o Zuckerberg fez questão de trazer para quem usa Blogger. Tomara que de uma próxima vez eles considerem que nem todas as plataformas são iguais, né? Essa guerrinha Face x Google não leva a nada!

Quem quiser ver mais postagens de dicas assim dá um +1 ou comenta na postagem para que eu possa saber se está sendo útil para vocês, ok? :)

10 maio 2015

Faça você mesmo: foto resinada para o Dia das Mães ou pra quando você quiser

Foto: +Karla Vidal 

Eu dou presente para a minha mãe em qualquer época do ano. Mas, para o Dia das Mães eu gosto de inventar alguma coisa legal para marcar o momento. Busco não alimentar o comércio e criar lembrancinhas com o que tenho em casa, geralmente reaproveitando coisas. Tem ideias de anos anteriores postadas aqui e aqui.

Para este ano não reaproveitei nada, mas criei um mimo com base em algo que amo: fotografia. Minha mãe adora expor e guardar fotografias de quem ela ama. Eu amo fotografar. Essas duas paixões unidas sempre geram bons frutos.

Pensando em presentear a minha mãe com fotografias, resgatei algumas coisas que estavam guardadas aqui no escritório: resina, forma de silicone e fita dupla face. Quem trabalha com comunicação visual sempre tem esses (e outros) materiais dando sopa nos armários. A ideia é muito simples, pastilhas resinadas. O processo todo é fácil, porém demora um certo tempo por conta da secagem e cura da resina. Mas, não é nada que impeça a produção.

Para começar é necessário ter algum tipo de forma de silicone com áreas pequenas. Usei uma de gelo com quadrados de mais ou menos 3 cm de cada lado. É importante que a forma seja de silicone para facilitar a retirada da resina. Deve funcionar com outros materiais também, mas pode ser que haja dificuldade na retirada, o que pode danificar o seu produto. Eu danifiquei o meu mesmo com a forma de silicone :(

Foto: +Karla Vidal 

Com a forma definida o passo seguinte é montar a arte. Escolhi algumas imagens que minha mãe gosta e fiz quadrados de 2,7 cm, um pouco menores que a forma para poder encaixar perfeitamente. Imprimi em papel sulfite normal em uma impressora jato de tinta. Foi um erro! Aconselho que use uma gramatura mais alta porque o resultado final é bem transparente e se for usar um ímã circular pequenino, como o que eu tinha, ele vai aparecer sob a imagem. Se usar manta adesiva imantada aconselho recortar o quadrado do mesmo tamanho da imagem para fazer um background opaco. Fica perfeito. Creio também que com papel fotográfico fique bom. Vou testar!

Foto: +Karla Vidal 

Logo em seguida é preciso recortar cada imagem. Mais uma vez eu chamo a atenção para esta ação que deve ser feita com carinho e atenção para que não fique tudo torto.

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 

As imagens devem ser colocadas em cada quadrado da forma com a área impressa voltada para cima. A resina é totalmente transparente e quando aplicada faz um efeito de lente deixando a fotografia levemente ampliada, bonita e brilhante. Para aplicar a resina usamos um palito de dente e a velha e boa propriedade adesiva dos fluidos. Assim é bem mais fácil não desperdiçar o produto e aplicar por igual. Você deve aplicar uma quantidade suficiente para cobrir toda a imagem até uma certa altura. Essa altura é você que define se quer uma pastilha fininha ou mais grossinha.

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 

A resina leva cerca de 24 horas para secar e a cura total leva mais que isso. Depois de seca é preciso remover com cuidado para em seguida decidir se vai usar ímã ou dupla face na parte posterior. Eu e minha agonia não aguentamos esperar e danificamos algumas pastilhas que não estavam completamente secas (essa da imagem atual de mamãe sorrindo). A borda grudou nos dedos e deformou toda. Dá pra ver bem nas imagem abaixo. Resultado, vou ter que fazer novamente. Por isso é importante colocar a forma em um local onde você se esqueça dela. Se ficar mexendo demais (como eu) bolhinhas de ar podem aparecer. Esse mimo pode ser oferecido a muitas pessoas queridas além das mamães.

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 

A pastilha é muito leve e dá pra colar até com fita dupla face. Foi o que eu fiz por causa da sombra que o ímã fez sob a imagem. Qualquer coisa que usar para fixar a pastilha precisa tomar toda a área do quadrado para que forme um plano de fundo. A resina é da marca Novajer, por sinal muito boa. Testada e aprovada! A caixa custa 55,00 reais e aqui no Recife dá pra encontrar na loja Irmãos Haluli. Na caixa há 500 ml de resina + 250 ml de endurecedor. Para cada pastilha usamos em média 1,5 ml, ou seja, dá pra fazer muita coisa com uma caixa dessas.

Espero que tenham gostado da ideia. Se criou algo legal para sua mãe compartilha com a gente nos comentários. Adoramos ver ideias criativas!


12 abril 2015

Onde ir no Recife: Jardim Botânico

Jardim Botânico do Recife. Foto: +Karla Vidal 

Estamos trabalhando na produção de um livro que, entre muitos outros aspectos, vai abordar questões relacionadas à Amazônia. Para elaboração do projeto gráfico precisávamos de imagens com referência direta à natureza: plantas, fungos, flores etc. Foi assim que carregamos o equipamento e partimos em direção ao Jardim Botânico do Recife.

Apesar de ter sido criado em 1960, o Jardim Botânico do Recife só foi aberto para visitação do público em 1989. Desde essa data a área de proteção ambiental passou por algumas reformas, a mais recente delas realizada em 2013. Morando no Recife há mais de 15 anos foi a primeira vez que visitei o equipamento público.

O acesso é gratuito e o espaço todo muito bonito e extremamente bem cuidado. Há funcionários espalhados por todos os lados, todos muito simpáticos e bem informados. As trilhas são bem sinalizadas e o sinal de internet funciona muito bem.

Fotos: +Karla Vidal 

São diversos ambientes interligados por trilhas. Logo na entrada você será informado de quais trilhas estão interditadas. Um dos guardas com quem conversamos por alguns minutos nos informou que sempre há trilhas interditadas por diferentes motivos. Naquele momento a razão de uma interdição era a queda do fruto de uma das árvores que poderia causar acidentes. Segundo ele a semente era uma espécie de coco do tamanho de uma bola de futebol e costumava cair com muita frequência nessa época do ano.

As trilhas são encantadoras e você se sente realmente no meio da floresta. A mata está perfeitamente conservada e o estímulo visual de quem foca nos detalhes é acionado a cada segundo. São folhas, flores, insetos, feixes de luz, reflexos e uma série de outras cenas cativantes.

Foto: +Karla Vidal 

Passamos alguns minutos conversando com alguns guardas florestais que nos contaram um pouco da história do lugar entre uma picada de mosquito e outra. Aliás, essa é uma dica importante para quem deseja visitar o lugar. Use calças, sapatos fechados e camisas com manga porque há muitos mosquitos e outros insetos no ambiente. Se você se incomoda muito com isso evite o passeio. É importante lembrar que o convidado naquele ecossistema é você. Outra dica é tentar evitar maquiagem e outros cosméticos. O cheiro pode atrair mais insetos ou incomodar outros animais. É bom lembrar que o clima lá é extremamente úmido. Ao insistir na make o resultado final será desastroso porque vai derreter.

Não há comércio por lá. Mas, há outros ambientes onde é possível parar para admirar a natureza e fazer um lanche ou um pique-nique. Só lembre de levar água, comida e sacos para transportar seu lixo.

Orquidário e passadiço. Fotos: +Karla Vidal 

Em uma das trilhas há um meliponário que são casinhas de madeira onde vivem colônias de abelhas. Nas trilhas as espécies de plantas estão sinalizadas e os textos trazem informações científicas e outras bem curiosas sobre as plantas. Uma que me chamou atenção foi o Pau de Jangada. Conversando com outro guarda florestal muito simpático descobrimos que essa árvore, como o nome já diz, foi muito explorada para a produção de jangadas e quase foi extinta. Segundo ele a árvore foi mais explorada do que o Pau-Brasil.

Foto: +Karla Vidal 

A região do orquidário é uma das áreas mais bonitas do Jardim Botânico. O ambiente está todo cercado por água onde também vivem exuberantes plantas aquáticas, peixes e répteis: tartarugas, tracajás e cágados. Há passadiços de madeira que permitem que você se situe sobre a água para observar os animais e as plantas bem de perto. É uma área muito aconchegante.

Foto: +Karla Vidal 

Outra experiência bem interessante é o Jardim Sensorial onde é possível estimular os sentidos experimentando ouvir, tocar, comer e cheirar os elementos nele dispostos. É muito divertido! E por falar em diversão, há placas espalhadas pelos jardins internos produzidas especificamente para promover interação com as crianças. São pistas que as vão levando a descobrir espécies de plantas e animais. Tudo muito bem pensado. Uma iniciativa educativa muito importante na formação da criança enquanto cidadã que deve respeitar o ecossistema.

Foto: +Karla Vidal 

Também há jardins específicos de palmeiras, cactos e bromélias. Observar os nomes populares atribuídos aos cactos é uma experiência bem curiosa.

O Jardim Botânico do Recife é todo acessível. Há guias de acompanhamento e acesso para cadeirantes. Os espaços de apoio contam com bancos e banheiros. Tudo muito bem organizado. Está localizado no Curado com acesso pela BR. Acesse esse mapa para saber direitinho como chegar. Confesso que fiquei me perguntando sobre o motivo de não ter feito esse passeio antes.

E quantos as imagens para o projeto do livro deu tudo muito certo. Algumas espécies que lá vivem são nativas de várias regiões do Brasil, entre elas a Amazônia. A seguir, mais imagens:

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal 

Foto: +Karla Vidal

Foto: +Karla Vidal

Foto: +Karla Vidal

03 abril 2015

5 inspirações para a Páscoa

Imagem by Chloe Fleury

Lembro muito bem de uma série de discursos que ouvia na escola quando criança. Nesse período de Páscoa havia muitas mensagens positivas que os professores adoravam repetir ano após ano. Uma das que mais gostava era a que se baseava no renascimento ligado diretamente à ressurreição de Cristo para a cultura cristã.

Essa coisa de renascimento muito me agrada porque dialoga perfeitamente com questões de design e criatividade. O que seria uma ideia se não um renascimento? Para mim criar é sempre preparar elementos para um novo nascimento. Digo novo porque quando criamos algo, o fazemos dentro de um contexto, lançando mão de elementos que já existem e que são combinados para dar forma à ideia. Isso acontece mesmo na elaboração de uma ideia que busca ser original. Eu acredito que o real valor da originalidade é essa busca por ser diferente, mas temos que concordar que mesmo uma ideia que ninguém teve é pautada em elementos que estão no mundo, portanto já existem.

Eu gosto mais do termo renascimento do que do nascimento propriamente dito. Gosto mais porque renascer é mais diverso, é mais colorido. No renascer, na minha opinião, não há tanto compromisso em ser único ou ser de um só. O renascer é a situação que permitiu a falha, permitiu o erro e consequentemente possibilitou a aprendizagem. Renascer é uma nova tentativa, um jeito de fazer diferente. Se vai ser melhor, o que vai determinar é a experiência e a vontade do criador. Experiência sem vontade não significa muito.

Essa divagação toda foi uma introdução para mostrar pra vocês cinco inspirações para a Páscoa que talvez ajudem a entender o que eu quis dizer. É a reunião de uma série de elementos pertencentes ao imaginário coletivo de Páscoa que renasceram de formas muito criativas e cheias de valor.

5 coisas lindas de Páscoa



1. Essa decoração

[projeto aqui by Chloe Fleury]

2. Esses ovos

[projeto aqui by  I'd like to be Studio]


3. Essas cenouras

[projeto aqui by Vixyblu]


4. Essa guirlanda

[projeto aqui by Titatoni]


5. Essa sacola

[projeto aqui by Merrilee Liddiard]

Espero que tenham gostado da seleção. Se conhece ou fez algum projeto parecido, posta o link nos comentários para que possamos apreciar. Boa Páscoa a todos!

Você vai gostar de viajar por aqui:

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