02 julho 2015

5 projetos legais para apoiar no financiamento coletivo

Foto: +Karla Vidal 

Tenho bolado projetos criativos  que minha mãe chama de invenções  desde a infância. Meus pais sofreram um bocado com isso. Lembro muito bem do desespero da minha mãe quando eu decidi vender pacotes de goiaba na frente da casa da minha vó. Era um projeto muito simples. Juntei todos os saquinhos amarelos de redinha das compras da família, esperei as goiabas do pé que havia em casa crescerem e fiz pacotes com 4 para vender em um caixote de madeira na frente da casa da minha vó. Minha mãe ficou preocupada e toda sem jeito, mas minha vó achou o máximo. O resultado? Vendi as goiabas e comprei muitas canetinhas e papéis de carta.

Depois desse projeto não parei mais. A questão é que nem sempre você encontra apoio e investimento para suas ideias. E não me refiro tanto a verba, mas sim a apoio mesmo, incentivo psicológico. Você recebe muito mais "isso não vai dar certo" do que "vamos tocar". O importante aqui é você acreditar na sua ideia e não desistir por nada. Afinal, nem você, nem ninguém saberá se vai dar certo sem tentar. E esse "dar certo" é sempre muito relativo.

O estilo de vida que adotei pra mim desde o projeto das goiabas é o "vai lá e faz". Tem dado certo para as expectativas que construo. Elas sempre são muito modestas porque, no mesmo evento das goiabas, aprendi com a minha vó que o tamanho das expectativas é você que define. No caso das goiabas eram duas as expectativas traçadas: vender ou comer. O ponto crucial é não traçar expectativas gigantes que te causem frustração e nem se prender às expectativas dos outros. Essas últimas, em sua maioria, são completamente fora da realidade.

Houve um período na adolescência que prometi a mim mesma que quando eu estivesse ganhando meu próprio dinheiro iria investir em projetos legais. Se um dia eu conseguir ser rica, vou destinar parte da minha renda para financiar projetos em que acredito. Ainda não consegui ficar rica, mas já estou investindo em projetos legais graças à internet e seus sistemas de financiamento coletivo, o famoso Crowdfunding.

A parte mais maravilhosa desses sistemas é que você pode escolher os projetos por afinidade e doar aquilo que você pode. Grande parte dos projetos começa com cotas de 10 ou 20 reais. Um investimento super possível. De tempos em tempos visito sites como o Catarse e o Benfeitoria em busca de projetos que me tocam de alguma forma. O último projeto que recebeu meu apoio foi o HQ Pátria Armada de Klebs Júnior que recebi em casa e adorei!


Talvez existam mais pessoas pensando como eu, dispostas a ajudar iniciativas que não conseguiram apoio ou incentivo em outros espaços. Foi por isso que decidi trazer aqui pro Blog da Pipa cinco projetos que me tocaram e que vou ajudar. A seguir descrevo um pouco de cada um deles:


1- Projeto Incondicional 



Será um livro fotográfico que vai retratar a relação da cidade de São Paulo com os animais de rua, e ajudar instituições. Link: https://www.catarse.me/pt/incondicional

2- Curso de cinema Educando o Olhar 



O curso de cinema Educando o Olhar é um projeto de formação continuada realizado em escolas públicas estaduais de Fortaleza, organizado por graduados e pós-graduados em cinema. Link: https://www.catarse.me/pt/educandooolhar

3-  Zé



Um livro pra quem ama gatos e não sabe viver sem eles por perto. Link: https://www.catarse.me/pt/ze

4- Recicleta



Projeto para construção de uma recicladora móvel que irá transformar lixo em produto. Link: http://benfeitoria.com/recicleta

5- Coletivo Passarinha



"A bordo de uma kombi, Coletivo Passarinha sai a procura de não sei o quê que possa ser redescoberto no Brasil. Ao chegar nas comunidades, propomos oficinas indisciplinares e intervenções artísticas que questionam os moldes de saber a que estamos acostumadas e formatadas". Link: https://www.catarse.me/pt/coletivopassarinha


E aí? Deu vontade de apoiar?

*UPDATE*


Acabei de receber via Facebook mais uma causa que vale a pena ajudar. Infelizmente não é um projeto e sim uma demonstração de solidariedade. Trata-se de uma família que passou por um incêndio em casa. Filhos e marido estão salvos e bem, mas a mãe ainda está no hospital. Amigos estão se mobilizando para ajudar a família a se recuperar e reconstruir a casa. Segue link: https://www.sibite.com.br/campanhas/acao-entre-amigos

18 junho 2015

O Prêmio Hipertexto está de volta!

Arte e fotografia: +Karla Vidal.


Prêmio Hipertexto vai selecionar artefatos digitais educativos desenvolvidos por profissionais ou estudantes.


Não é difícil navegar pela web e encontrar manchetes que destacam projetos de aplicativos, websites e até softwares desenvolvidos por jovens aprendizes. Foi-se o tempo em que os ambientes de programação e desenvolvimento eram exclusivos para um grupo restrito de programadores. Os movimentos de inovação e criação de artefatos digitais romperam os limites da universidade e alcançaram crianças e jovens que a cada dia nos provam que é possível inventar o futuro de forma natural através do próprio celular ou do dispositivo mais acessível no momento.

São desenvolvedores que souberam identificar que a ação de criar e programar pode parecer complicada no primeiro contato, mas na realidade ela é mais simples do que se imagina. Ao ultrapassarem esse primeiro estágio do medo do complexo descobrem um infinidade de oportunidades e investem em relevantes projetos tanto de caráter artístico como voltados para a solução de problemas.

Isso acontece devido à facilidade no acesso a informação de qualidade que se pode alcançar de forma autônoma, quando se desenvolve uma rotina de estudos por meio de fontes qualificadas de conteúdo, ou através da orientação dos educadores que estimulam tanto a pesquisa teórica como as experiências práticas do conteúdo aprendido.

Buscando estimular esse movimento de criação e divulgação de artefatos digitais, voltados especificamente para fins educativos, está lançada a edição 2015 do Prêmio Hipertexto, iniciativa promovida pelo 6º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 2º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias, da Universidade Federal de Pernambuco.

Prêmio Hipertexto busca destacar as boas iniciativas do uso de tecnologias para a aprendizagem. Trata-se de um estímulo ao constante desenvolvimento de novas tecnologias educativas. A iniciativa é divida em duas categorias, Aplicativo Educacional e Arte Digital Educativa, e nelas podem concorrer desde projetos nas áreas literária, plástica, musical, fotográfica e cinematográfica até aplicativos digitais voltados para a educação (apps), todos mediados por dispositivos computacionais como desktops, laptops, tablets ou smartphones.

Haverá prêmios em dinheiro para os três primeiros colocados que ganharão também hospedagem no Recife durante o período de realização do 6º Simpósio Hipertexto, que acontecerá nos dias 7 e 8 de dezembro no campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Os 10 trabalhos mais bem avaliados farão parte do Espaço Artes Digitais e Tecnologias Educacionais e vão integrar exposição montada durante o evento. Os projetos selecionados terão seu potencial de mercado avaliado pelos congressistas e parceiros convidados. Além disso, seus representantes terão o direito de participar livremente de todas as atividades do evento.

As inscrições vão até o dia 31 de julho e devem ser realizadas exclusivamente no site do Simpósio Hipertexto, via formulário de descrição do projeto. O valor da inscrição para cada projeto é de R$ 100,00 (cem reais) e será utilizado para a montagem da estrutura da exposição do Espaço Artes Digitais e Tecnologias Educacionais. Os trabalhos inscritos que não forem selecionados no ranking dos dez melhores receberão gratuitamente uma inscrição para participação no evento na modalidade “Ouvinte” com direito a certificação.

O edital completo pode ser acessado no link: http://www.simposiohipertexto.com.br/premio-hipertexto/

Conheça os projetos já premiados em edições anteriores:

03 junho 2015

Amazônia: visão caleidoscópica


Foto: +Karla Vidal 

Talvez os maiores complicadores do diálogo entre a academia e a sociedade sejam os muros virtuais que separam as áreas de estudo. Esses muros já começam a agir de forma improdutiva ainda dentro da universidade quando passam a impedir uma possível interação e colaboração entre pesquisadores. Muito tem sido falado sobre multi e transdisciplinaridade, mas o que se pode perceber na prática é que nem todas as áreas estão de fato dispostas a dialogar. Mesmo dentro de um mesmo campo de estudo existem abordagens que parecem mais disputar espaço do que colaborar.

Foi pensando em fazer diferente e discutir esse cenário que pesquisadoras das Universidades Federal e Estadual do Mato Grosso organizaram a obra Amazônia: visão caleidoscópica. Lançada em formato digital pela Pipa Comunicação o eBook é uma obra coletiva que propõe a integração de conhecimentos a partir de diferentes visões da Amazônia Legal.

Foto Flora Caleidoscópica: +Karla Vidal 

Multidisciplinar, o livro digital é composto por 18 artigos distribuídos em quatro blocos temáticos: o homem no espaço amazônico, linguagem, educação e biodiversidade. São contribuições que envolvem pesquisadores de diferentes instituições como a Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a Universidade Federal do Pará (UFPA) e a Universidade Federal de Rondônia (UNIR). Entre os artigos, pesquisas no campo da Política, da Sociologia, da Economia, do Direito, da Linguagem, da Educação e das Ciências Naturais.

Organizada pelas pesquisadoras Marieta Prata de Lima Dias, Neusa Inês Philippsen, Sandra Luzia Wrobel Straub e Tânia Pitombo de Oliveira, a obra tem o objetivo de propor uma reflexão sobre a divisão do conhecimento científico em diversas áreas de especialização. Para as organizadoras, integrar conhecimentos pode ser a solução para problemas ao proporcionar o diálogo entre diferentes áreas.

Foto: +Karla Vidal 

Para promover esse diálogo o mote escolhido foi a discussão sobre a região denominada Amazônia Legal. São análises que comprovam como o fazer científico é diverso e interligado, ultrapassando a fronteira das especializações e disciplinas. "Destacamos que a discussão da Amazônia se apresenta como significativa em todos os processos/espaços de discussão, ou seja, nas questões econômicas, sociais, políticas, linguísticas, científicas e educacionais; assim, propomos com essa publicação contribuir para a reflexão sobre os diferentes olhares sobre/da/na Amazônia Legal", concluem as organizadoras.

SERVIÇO

Amazônia: visão caleidoscópica
Marieta Prata de Lima Dias, Neusa Inês Philippsen, Sandra Luzia Wrobel Straub e Tânia Pitombo de Oliveira (Orgs.)
Formatos: PDF, Epub e Mobi.
Valor promocional: R$ 19,90
ISBN: 978-85-66530-38-4
Aquisição: livraria online da Pipa Comunicação: http://www.pipacomunica.com.br

19 maio 2015

Em 2015 tem mais uma edição do Simpósio Hipertexto na UFPE

Fotos: +Karla Vidal 

Com o tema “Aprendizagem Aberta e Invertida” Simpósio Hipertexto convida educadores a pensar diferente, pensar fora da caixa.

Na primeira quinzena de abril o Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação lançou seu website convidando pesquisadores de todo o país para sua chamada de trabalhos e inscrições. Em 2015 o evento chega a sua sexta edição promovendo a discussão em torno do tema Aprendizagem Aberta e Invertida. As atividades estão programadas para acontecer no campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) nos dias 7 e 8 de dezembro.

Promovido através de uma organização conjunta entre o Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologia Educacional (Nehte), o grupo Ciências Cognitivas e Tecnologia Educacional (CCTE), a Pós-Graduação em Ciências da Computação e o Mestrado Profissional em Letras, todos vinculados à UFPE, o congresso abriga pela segunda vez o Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias do qual participam líderes internacionais da educação convidados pela organização.

O Simpósio Hipertexto já faz parte da agenda nacional e internacional de eventos acadêmicos sobre linguagem, tecnologia e aprendizagem. Transdisciplinar a iniciativa congrega a cada edição pesquisadores das mais diversas áreas de estudo, todos reunidos em torno do debate sobre práticas pedagógicas desenvolvidas com o auxílio das tecnologias digitais de informação e comunicação. O principal objetivo é proporcionar o diálogo entre os educadores a fim de estimular práticas docentes mais eficazes e prazerosas nos diversos níveis de escolaridade.

Presenças



O Simpósio Hipertexto é composto por uma série de atividades divididas em categorias como conferências, mesas-redondas, sessões de comunicação e oficinas. Também integra a programação a exposição Artes Digitais e Tecnologias Educacionais da qual fazem parte os projetos selecionados na edição vigente do Prêmio Hipertexto: artes digitais e aplicativos educacionais.

Para 2015 já estão confirmadas quatro grandes conferências, duas nacionais e duas internacionais. Entre os conferencistas nacionais está o professor titular da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Nelson Pretto. Responsável pelo projeto de inclusão sociodigital Tabuleiro Digital, Nelson Pretto tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação e Comunicação, atuando principalmente nos temas internet, educação e cibercultura, tecnologia educacional, software livre e acesso aberto.

Outro convidado nacional é o professor associado da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Marco Silva. Sociólogo e doutor em Educação, Marco Silva é um dos fundadores da Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura (ABCiber). Entre os temas recorrentes em seus projetos estão a interatividade, a formação de professores para docência online e o desenho didático em ambientes virtuais de aprendizagem colaborativa.

Os convidados internacionais da edição 2015 do Simpósio Hipertexto trabalham juntos e são os responsáveis pela criação do Institute for Knowledge Innovation and Technology – IKIT (Instituto de Inovação do Conhecimento e Tecnologia) em Toronto, no Canadá. Marlene Scardamalia e Carl Bereiter, professores da Universidade de Toronto, desenvolveram juntos a teoria conhecida como Knowledge Building (construção do conhecimento) que descreve o que uma comunidade de aprendizes precisa realizar para construir conhecimento. Para eles aprendizagem e construção de conhecimento são processos distintos.

A abordagem dos pesquisadores canadenses trata de um processo de construção do conhecimento em que os alunos gerenciam as ideias com as quais trabalham em comunidade, de forma colaborativa. Essa construção do conhecimento diz respeito ao processo de criação de novos artefatos cognitivos. Os aprendizes ultrapassam a compreensão passando do estágio de aprendizes para o de pensadores. Nessa perspectiva os dois pesquisadores uniram seus trabalhos também no desenvolvimento do primeiro sistema de rede de aprendizagem colaborativa (o Computer Supported Intentional Learning Environments - CSILE) que evoluiu para o atual Knowledge Forum, ambiente virtual de aprendizagem intencional que ajuda os estudantes a compreender como o conhecimento é construído socialmente, proporcionando a reflexão, revisão e transformação dos seus conhecimentos. As inscrições para o Simpósio Hipertexto são divididas em duas chamadas, a primeira delas com prazo final em 30 de junho. Os interessados podem participar como apresentadores de trabalho ou como participantes ouvintes. Os dois tipos de inscrição oferecem a oportunidade de inscrição adicional em uma das oficinas oferecidas exclusivamente para os participantes do evento.


Educadores, pesquisadores e gestores podem apresentar nas sessões de comunicação tanto pesquisas já concluídas como pesquisas em andamento ou relatos de experiência. Já graduandos ou tecnolandos, devem participar da modalidade pôster digital criada especialmente para estudantes. O diferencial desta modalidade é a avaliação das apresentações e posterior premiação com a entrega do Troféu Luiz Antônio Marcuschi para a apresentação mais bem avaliada.

Autores de aplicativos e projetos de arte digital podem participar do Prêmio Hipertexto cujas inscrições também estão abertas. Os interessados já podem realizar inscrição no endereço: http://www.simposiohipertexto.com.br/

Serviço 
6º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 2º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias
Tema: Aprendizagem Aberta e Invertida
Organização: Nehte/UFPE, CCTE/UFPE, Pós-graduação em Ciências da Computação/UFPE e PROFLETRAS/UFPE
Inscrições: http://www.simposiohipertexto.com.br

14 maio 2015

Como fazer funcionar os plugins sociais do Facebook no Blogger

Imagem de divulgação do Facebook Developers.

O bom de trabalhar com muitas plataformas e sistemas operacionais é que você consegue encontrar erro em tudo. E por que isso é bom? Porque é função de quem trabalha com design encontrar os problemas e propor as melhores soluções. Com o trabalho constante você vai adquirindo experiência e começa a antecipar alguns problemas. No meu entendimento isso é bom, mas muita gente não compreende e acaba taxando você de pessoa chata e negativa que vê problema em tudo. Mas, acredite, essa antecipação é o que salva a vida de muitos projetos.

Eu uso o sistema Windows para a maioria dos projetos que desenvolvo. Também trabalho com iOS, mas não é o sistema que mais uso. Em dispositivos móveis uso Android, iOS e também Windows. Para websites uso de tudo: de HTML simples até CMS. No caso dos blogs uso Wordpress (.org e .com), Blogger, Tumblr e o que mais aparecer. E é justamente alimentando vários blogs em diferentes plataformas que as incompatibilidades aparecem para serem resolvidas.

Recentemente o Facebook anunciou que o plugin Like Box seria desativado e substituído pelo novíssimo Page Plugin, mais elegante e supostamente mais atraente. O plugin é aquela caixinha que tem em quase todos os sites onde são exibidos os avatares dos fãs e o botão de Like de uma fanpage. Começa então a corrida para substituir o Like Box de todos os sites de projetos ativos. No HTML e no Wordpress tá tudo certo, mas no Blogger a coisa complica um pouquinho mais.

Para fazer rodar os plugins sociais do Facebook é necessário inserir dois códigos em seu site/blog: um JavaScript SDK próprio do Facebook que você pode estudar sobre ele no Facebook Developers e o código do plugin referente ao tipo de plugin que você escolheu (Page Plugin, Share Button etc.).

Até aí passos muito normais para qualquer pessoa que trabalha gerenciando websites. Só que aquele JavaScript do Facebook, responsável por habilitar qualquer um desses novos plugins, precisa ser convertido antes de ser inserido no código fonte do Blogger. Isso acontece porque o sistema de escrita de código no Blogger é diferente. Se tentar, você provavelmente vai se deparar com um erro  do tipo:

Erro ao analisar XML, linha 661, coluna 64: The reference to entity "version" must end with the ';' delimiter.

Como a web é um mundo maravilhoso de colaboração, existe ferramenta online para conversão do código de forma simples e rápida, a Blogcrowds HTML Parser, que você pode acessar aqui. Basta inserir o código oferecido pelo Facebook e acionar o botão PARSE. A ferramenta gera o código adaptado para o sistema de escrita aceito pelo Blogger de forma automática. É bom? É maravilhoso e poupa um tempo incrível. Mas, é bom pontuar que copiar e colar sem saber o que aconteceu de fato não vai fazer de você um desenvolvedor.

Não vou entrar nos detalhes dos tipos de escrita de código e tudo mais porque é uma história longa e vai ficar muito chato. Eu também não sei de todos os detalhes porque não sou desenvolvedora plena. Só sei o suficiente para realizar as minhas atribuições de webdesigner. No entanto, aconselho muito que busquem estudar o assunto se o desejo é administrar websites. É muito importante ter noção do que está fazendo para saber solucionar novos ou até o mesmo problema caso aconteça novamente. O que estudar? HTML, XML, CSS e JavaScript já é um bom começo. O wordpress tem o https://codex.wordpress.org/ que é imprescindível tanto para quem quer apenas postar como para quem vai fazer a manutenção do site.

Espero ter ajudado quem se descabelou com esse probleminha que o Zuckerberg fez questão de trazer para quem usa Blogger. Tomara que de uma próxima vez eles considerem que nem todas as plataformas são iguais, né? Essa guerrinha Face x Google não leva a nada!

Quem quiser ver mais postagens de dicas assim dá um +1 ou comenta na postagem para que eu possa saber se está sendo útil para vocês, ok? :)

Você vai gostar de viajar por aqui:

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