11 fevereiro 2016

O carnaval da cultura geek

Imagens: +Karla Vidal.

Dos nerds o mundo é! Essa seria uma frase muito bem proferida pelo nosso queridíssimo Mestre Yoda. Digo nosso porque se você não tolera o mundo nerd e a cultura geek é melhor ir parando de ler este post aqui mesmo.

Se você avançou para este novo parágrafo é porque, assim como eu, é amarradão na cultura geek. Apesar de me considerar nerd, sei que a ala radical me crucificaria por não ter assistido, por exemplo, a todos os filmes da saga Star Wars ou Star Trek. Mas, acho que eu já mereço muita consideração por saber diferenciar uma da outra. Tenho um consultor para esses assuntos que é um pouco mais nerd que eu: +Augusto Noronha. Como gosto muito de tecnologia, cinema, HQs, seriados e games, acredito que já acumulei uma certa bagagem para ser uma geek intermediária (⌒‿⌒).

É justamente essa bagagem que faz com que eu me divirta horrores no Carnaval de Olinda observando as fantasias que a galera cria para brincar em blocos como o Enquanto Isso na Sala da Justiça. É sensacional a criatividade da galera! Dos que investem mais aos que investem menos é tudo fascinante e muito envolvente. Quando você percebe está se desviando da espada da Beatrix Kiddo ou trocando uma ideia com o Primo Itt. Não tem como não se divertir. Até montei uma fantasia de Jessica Jones para esse ano. Desisti, porque o casaco não tava combinando com o verão ☹

Há algum tempo eu fazia questão de ir para o Alto da Sé em Olinda para acompanhar a saída do bloco todos os anos. Parei porque o horário, meio-dia, no sol do verão é massacrante. Mas, em 2016 eu me preparei e fui. Fiz exercícios para aguentar a maratona das ladeiras, investi em tênis especial e chapéu. Isso garantiu um tempinho de vida extra às minhas baterias. Olinda estava lotada, porém tranquila. Havia vento e isso é muito importante para você não desmaiar depois da primeira subida de ladeira sob o sol do meio-dia.


Foi legal demais! Teve Batman, teve Wolverine, ThunderCats e até o Super Cocô. Rolou também o tradicional show do Homem-Aranha descendo a Caixa D'água que é um dos pontos turísticos da cidade. Mas, o que achei mais legal foram as meninas que planejaram as versões femininas do Robin e do Aquaman. Troféu criatividade para elas!

No dia seguinte passei para apreciar a saída da Apoteose dos Bonecos Gigantes. Para quem não sabe, há dois desfiles de bonecos gigantes: a Apoteose e o Encontro dos bonecos. A diferença é que na Apoteose tem todo tipo de figuras e no Encontro desfilam os bonecos mais tradicionais como a Mulher do Dia. Eu prefiro a Apoteose que é onde a criatividade rola solta. Tem Mestre Yoda, Chuck, Freddy Krueger, Darth Vader, Seu Madruga e até a Ana Maria Braga, todo mundo junto na folia. É muito mais divertido! É também engraçado porque tem uns bonecos que ninguém identifica e aí começam os bolões de aposta pra saber quem são. 

Enfim, vou parar de falar e mostrar as fotos que explicam melhor como é o Carnaval Geek de Olinda. Clica na imagem que leva para a galeria no Flickr!

Enquanto Isso na Sala da Justiça 2016 - O que teve?

31 janeiro 2016

Fantasia de Carnaval de última hora

Imagens e modelo: +Karla Vidal com controle remoto de câmera.

Eu bem sei que você tá aí do outro lado da tela gastando todos os seu neurônios pensando em como se fantasiar para o Carnaval. E se você é como eu, tenho certeza que não tá sobrando nem tempo e nem dinheiro para fazer algo mais elaborado. Não criemos pânico! Tudo tem salvação. Já dizia o grande sábio que a necessidade é a mãe da inovação e o desespero é o pai da criatividade.

Já demos muitas dicas de fantasia aqui no Blog da Pipa. Se não viu clica nas máscaras das redes sociais e nos adereços de papel que vale a pena. Depois de ver um monte de fantasia descolada rolando nas redes (acessem essa aqui pra dar um monte de risadas) bateu vontade de criar algo bacana. Mas, o tempo tá curto e a grana também. O desafio então seria criar algo com o que a gente já tinha à mão. Foi assim que a brincadeira começou!


Uma peça, três ideias!

 


O segredo pra coisa toda funcionar é fazer um brainstorming. De primeira pensei em uma t-shirt listrada que é o que eu mais tenho no armário. Creio que todo mundo tem uma peça listrada também. Essa peça tem poderes mágicos e pode compor várias fantasias quando associada a outros acessórios muito simples. É só ir listando o que já se tem em casa e pode ser usado como acessório. Você vai se espantar com o número de possíbilidades. Não tá acreditando? Então vamos provar com imagens!

Fantasia de Francesa

 



Vamos começar pela composição mais complexa. Uma camiseta listrada, uma boina e um par de óculos são suficientes para deixar você com ares de quem acabou de chegar de Paris. Quem não tem boina vai de touca de redinha daquelas usadas nas cozinhas dos restaurante, funciona da mesma forma e era o que tinha. Para os óculos pode ser qualquer tipo de armação. Usei uma de óculos de filme 3D que veio pra casa com a gente. Quem nunca, né? Uma make com batom vermelho e o look tá completo.


Malandragem carioca




Camiseta listrada, um chapéu estilo Panamá e um blazer branco. Esse chapéu da foto foi comprado em Olinda mesmo para proteger do sol escaldante em um domingo de Carnaval. Bem, faltou o blazer por aqui, mas isso não comprometeu a fantasia. Até porque um blazer nas ladeiras de Olinda não seria uma ideia assim tão inteligente.

Ladra




Uma touca de lã (ou de qualquer outro material) e uma máscara preta. Essa eu fiz com uma manga de camiseta velha. Tão simples que irrita! Para deixar a fantasia mais completa é só arranjar uma ecobag cheia de dinheiros, ooooops, papel amassado! Quem tiver mais tempo que eu pode até desenhar um '$' com tinta ou caneta mesmo.

Viu como um planejamento simples pode resolver seu problema. Isso vale pra tudo nessa vida! Ahhh, esse post foi inspirado nesse aqui, escrito pela +Julia Salgueiro do +modamodamoda. Só que o nosso é uma versão mais modesta ;)

28 janeiro 2016

Livro convida leitor a conhecer o universo das pesquisas que aliam tecnologia e educação

Imagens: +Karla Vidal.

Cinco pesquisadores pernambucanos uniram seus esforços de pesquisa e produção textual para produzir a obra Experiências de pesquisas em tecnologia e educação. O objetivo é apresentar aos leitores os primeiros resultados das investigações desenvolvidas no Grupo de Estudos e Pesquisas em Práticas Educacionais Tecnológicas (GEPET), vinculado ao Campus Salgueiro do Instituto Federal do Sertão Pernambucano (IF-Sertão).

Organizado por Francisco Kelsen de Oliveira e Kélvya Freitas Abreu, ambos pesquisadores do IF-Sertão, o livro é importante recurso educativo, além de instrumento de difusão e estímulo da produção científica, na área da Educação, em desenvolvimento no interior do estado de Pernambuco.

A publicação traz quatro capítulos com diferentes abordagens que vão desde os estudos sobre Recursos Educacionais Abertos e Software Livre até às práticas de avaliação e letramento e uma análise específica sobre gêneros textuais discursivos em material didático. Todas as abordagens dialogam com a missão do grupo de discutir, desenvolver e aplicar tecnologias na educação em suas mais diversas formas de linguagem.


Experiências de pesquisas em tecnologia e educação contou com a colaboração do pesquisador Alex Sandro Gomes, do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco, o que garantiu o diálogo entre pesquisadores e a troca de experiências entre os projetos desenvolvidos no sertão e na capital.

O livro está disponível em formato impresso e digital na Livraria da Pipa no endereço http://www.pipacomunica.com.br/livrariadapipa/vitrine/. Os interessados podem aproveitar a promoção de lançamento com preços reduzidos até o final de fevereiro.

Experiências de pesquisas em tecnologia e educação
Francisco Kelsen de Oliveira; Kélvya Freitas Abreu (orgs.)
1ª Edição. Pipa Comunicação. 2015.
ISBN eBook: 978-85-66530-51-3
ISBN impresso: 978-85-66530-50-6
1. Educação. 2. Tecnologia. 3. Pesquisas. 4. GEPET/IF Sertão-PE

Imagem da Capa: Fotografia de Karla Vidal
Concepção de Capa e Projeto Gráfico: Karla Vidal
Diagramação: Augusto Noronha e Karla Vidal
Revisão: Maria Marli Melo Neto
Edição: Pipa Comunicação

06 janeiro 2016

3 ferramentas para entender o Novo Acordo Ortográfico


2016 parecia tão, tão distante, né? Mas, ele chegou! E com ele a vigência obrigatória do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Isso mesmo! Sem mais adiamentos! Desde o dia 1º de janeiro de 2016 toda a produção de texto precisa seguir as regras do Novo Acordo e a orientação é que a produção anterior, quando possível, também seja atualizada.

O Novo Acordo já é pauta de discussões, e muita polêmica, desde 2009. Naquela época o governo brasileiro definiu a implementação para 2013. Só que houve muito rebuliço e a medida foi adiada para 2016. A justificativa foi dar prazo maior para a adaptação da população. Com isso muita gente relaxou e deixou essa preocupação pra depois. Foi pensando nisso que a gente selecionou 3 ferramentas online que vão ajudar aqueles que ainda não dominam todas as regras do Novo Acordo. Preparados? É só adicionar aos favoritos ou instalar no seu dispositivo.

Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp) 


 Uma busca simples disponível no site da Academia Brasileira de Letras (ABL) que apresenta a correta grafia de 381.000 verbetes da Língua Portuguesa. Muito útil para consultas rápidas em que não é necessário, de imediato, o entendimento da regra. Há versão para acesso via desktop e aplicativos para iOS e Android.

Link: http://www.academia.org.br/nossa-lingua/busca-no-vocabulario 
Link do app na Store da Apple: http:/goo.gl/dRR7Kx
Link do app no Google Play: http:/goo.gl/zU2nGU


Reforma Ortográfica - UOL Educação


O portal UOL Educação reuniu um bom conteúdo para quem quer entender as regras do Novo Acordo. Em uma tabela simples estão dispostas as principais mudanças e você ainda pode baixar a íntegra do Acordo, testar seu conhecimentos em um quizz ou assistir a dicas em vídeo. Uso muito para checar o uso do hífen, que é o assunto mais extenso e por isso o que mais esqueço.

Link: http://educacao.uol.com.br/portugues/reforma-ortografica/2009/01/30/hifen-prefixos.jhtm


App Michaelis Nova Ortografia


O aplicativo Michaelis é gratuito, simples e traz informações sobre mudanças no alfabeto, trema, regras de acentuação e uso do hífen. Foi elaborado com base no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp), é fácil de navegar e tem informações suficientes para o uso diário das regras. Não requer login e é possível acessar mesmo estando offline.

Link do app no Google Play: https://goo.gl/N1tgzj 
Link do app na Store da Apple: https://goo.gl/PGXa4z


21 dezembro 2015

Experiências do Projovem Urbano da Paraíba reunidas em livro digital

Textos e imagens de +Karla Vidal.

O Projovem Urbano é um programa federal, de âmbito nacional, realizado em parceria com prefeituras e governos estaduais por todo o país. Voltado para jovens com idades entre 15 e 29 anos, o programa é uma iniciativa que busca elevar a escolaridade desses jovens através da modalidade de Educação de Jovens e Adultos (EJA) integrada à qualificação profissional. O programa atende especificamente os jovens que não possuem ensino fundamental completo.

Nesse contexto, educadores e jovens desenvolvem juntos uma série de atividades de formação que envolvem, além da aprendizagem de conteúdos curriculares, práticas de solidariedade, intervenções sociais e o exercício da cidadania. São os diferentes tipos de experiências postas em prática durante essas atividades que constituem a coletânea digital 'O Projovem Urbano: tecendo histórias e saberes no estado da Paraíba' lançada nesta semana pelo selo editorial Pipa Comunicação.

Organizado pelo professor Sidcley Cavalcante da Silva, pesquisador do Grupo de Pesquisas sobre Formação Docente, Políticas Públicas e Novas Tecnologias do Centro de Educação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o ebook reúne oito artigos produzidos por professores de diversas áreas do conhecimento que atuam ou atuaram no Projovem Urbano do estado da Paraíba. Sidcley atua como professor do Projovem Urbano Prisional da Paraíba que atende jovens reeducandos do sistema prisional da cidade de João Pessoa.

No ebook os formadores do Projovem Urbano da Paraíba escrevem sobre diferentes experiências que vão desde questões sobre letramento para o ensino de língua até os desafios enfrentados pelos docentes, discentes e gestores no que diz respeito à inserção do tema da diversidade sexual nas ações de formação do Programa.

"Em comum, além de foco nesse Programa (Projovem Urbano), as temáticas e questões abordadas pelos diversos autores surgem a partir do espaço que ocupam ou ocuparam, bem como da reflexão sobre a própria prática docente. São textos que evidenciam uma percepção crítica do Projovem Urbano em ação, revelando suas fragilidades e lacunas com a autoridade de quem nele se encontra inserido na condição de sujeito dessa experiência", afirma a professora Laura Maria de Farias Brito do Departamento de Metodologia da Educação da UFPB.

O ebook 'O Projovem Urbano' abre espaço para a observação e registro das experiências vividas tanto pelos alunos como pelos docentes formadores dos jovens envolvidos. A iniciativa da publicação cumpre a missão de informar a sociedade sobre os múltiplos esforços envolvidos no Programa, além de constituir conteúdo educativo que pode facilmente ser utilizado como material de estudo para  educadores interessados na melhoria de suas práticas de ensino e aprendizagem voltadas para a juventude.

"Diante da diversidade de olhares e de conhecimentos que estes artigos proporcionam, a partir das vivências e reflexões dos seus autores, no contexto do Projovem Urbano, cada artigo, em particular, representa uma lição para a Educação de Jovens e Adultos", conclui a professora Laura Maria de Farias Brito.

'O Projovem Urbano: tecendo histórias e saberes no estado da Paraíba' está disponível para aquisição online nos formatos PDF, EPUB e MOBI, na Livraria da Pipa Comunicação: http://www.pipacomunica.com.br/livrariadapipa.

Assista ao teaser de lançamento: https://youtu.be/jxdZse87IPo