10 setembro 2014

Está no ar a comunidade Openredu


Openredu lança site para informar sobre ambiente de aprendizagem e formar comunidade de colaboração em tecnologias educacionais


No último dia 29 de agosto foi lançado na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo o projeto Openredu. Na ocasião o professor Alex Sandro Gomes (CIn/UFPE) proferiu a palestra De Redu.com ao Openredu.org: a trajetória do software livre para educação onde apresentou à comunidade acadêmica o caminho percorrido pela Rede Social Educacional (Redu) até se tornar Openredu.

O evento também serviu como momento para lançamento da comunidade Openredu, um espaço online produzido exclusivamente para informar os passos do processo de abertura do código, além de funcionar como uma rede colaborativa de comunicação, organizada pelos perfis dos participantes, entre eles professores, desenvolvedores, designers e apoiadores.

O website, que pode ser acessado através do endereço http://openredu.cin.ufpe.br, reúne informações sobre o que é e como funciona o ambiente de aprendizagem, que inclui uma versão de demonstração, além do acesso ao e-book gratuito Educar com o Redu que apresenta explicações precisas sobre métodos e técnicas de ensino no Openredu.

O processo de abertura do código da Redu, que culminou na criação da comunidade Openredu, é mais do que a construção coletiva de um software livre, é também a solidificação de um espaço de construção de rede e troca de conhecimento entre os atores envolvidos nos processos de ensino e aprendizagem a distância. O principal objetivo é trabalhar em prol de uma ressignificação da comunicação e da prática educativa entre pais, alunos, professores e instituições de ensino lançando mão do auxílio da internet e das mais poderosas tecnologias digitais aplicadas à educação.

O projeto Openredu está aberto a participação e convida a todos os interessados para colaborar com o desenvolvimento da iniciativa. Quem deseja utilizar o Openredu já pode participar das capacitações que estão sendo oferecidas pela equipe que coordena a comunidade. A ideia é que, muito em breve, todos os interessados possam utilizar a plataforma em instituições de ensino, assim como é feito com o Moodle, tendo em vista que o Openredu, além de 100% brasileiro, é um ambiente moderno com interface mais amigável e totalmente integrada às mídias sociais e dispositivos móveis.

Entre os colaboradores atuais estão o Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (CIn/UFPE), a Empresa Municipal de Informática da Prefeitura do Recife (EMPREL), a Abble Tecnologias para a Educação e a editora Pipa Comunicação.

Mais informações: 
http://openredu.cin.ufpe.br
https://www.facebook.com/Openredu


08 setembro 2014

5 seriados para assistir no Netflix (ou onde você quiser!)


Depois que assinamos o Netflix muita coisa mudou por aqui. Esse é definitivamente o melhor serviço digital dos últimos tempos. Preço justo, excelência e praticidade. Se você ainda não conhece, deixo a forte indicação para que conheça.

Na postagem de hoje vou indicar 5 seriados que comecei a ver graças ao Netflix. Todos me conquistaram de verdade. A seleção foi feita com base em um critério muito simples: só estão na lista os seriados que assisti a todas as temporadas mais de uma vez, ou seja, aqueles que considero realmente bons. Quando não consigo assistir ao mesmo seriado mais de uma vez eu o considero mediano. Quem é viciado em seriados assim como eu, sabe como é importante ter opções para aqueles períodos entre as temporadas das séries mais bombadas, quando você fica meio órfão. Essa listagem pode ajudar muitas pessoas enquanto GOT ou TWD não chegam!

Perdoem a quantidade de "The" na listagem, mas a minha teoria é que, na música e na teledramaturgia, tudo que começa por esse artigo é bom. Vamos à lista:


The Tudors (infelizmente não faz mais parte do catálogo do Netflix...)

Conta a história de Henrique VIII da Inglaterra. É estrelada por Jonathan Rhys Meyers, ator escolhido por Wood Allen para o sucesso Match Point. A série tem um elenco excelente e aborda a história sob o ponto de vista do autoritarismo (que beira a loucura) do rei Henrique. Trabalho minucioso de direção de arte e fotografia. Uma aula em imagens: casamentos, banquetes, luxúria, mortes. É bastante fiel aos fatos reais narrados pelos livros de história, uma ou outra discrepância. Foi removido do catálogo do Netflix já faz um bom tempo, mas eu faço questão de indicar porque é a série que mais gosto!


The Borgias

Mais um seriado sobre história, reis e impérios. Dessa vez a história contada é a da família Bórgia, espanhóis que comandaram a cidade de Roma através da conquista do trono do Vaticano. Elenco também muito bom com Jeremy Irons no papel do chefe da família, Rodrigo Bórgia, o Papa Alexandre VI. Fotografia bonita, menos fiel aos livros do que The Tudors. Também acho a direção de arte um pouco menos afinada, mas nada que prejudique o bom roteiro. Mesma coisa: casamentos, banquetes, muita luxúria e muitas mortes. O interessante de The Borgias é que ele não terminou. Houve uma confusão na produção e a série acabou deixando de ser filmada até o final. Na minha opinião isso foi bom porque o último episódio exibido não tem os erros que muitos diretores costumam cometer em finais de seriados.


The Killing

The Killing foi uma grata surpresa. O clássico seriado de investigação policial. O interessante é que são duas temporadas inteiras (de um total de quatro) para desvendar um só assassinato aparentemente simples, mas que envolve uma série de segredos. Elenco excelente também. A fotografia é absolutamente fantástica! Você provavelmente vai ficar com raiva do roteirista que faz você acreditar em muitas hipóteses que não irão se confirmar. A produção da série é do Netflix que mandou muito bem nesse quesito!


Merlin

Merlin é uma série para quem gosta de fantasia. A produção inglesa tem um bom elenco, mas o enredo é meio que feito para crianças. Isso não significa que a série é ruim, muito pelo contrário, significa que não há apelos. Diferente de uma série do tipo Game of Thrones, em Merlin não há cenas explícitas de sexo ou violência. No entanto, ao deixar de lado os grandes apelos, os diretores conseguiram tramas mais desenvolvidas, investiram nos efeitos e na questão da fantasia. Eu gostei porque tem um lado cômico bem divertido e porque Guinevere é negra, Artur não é tão bonito e Merlin é extremamente cativante. Gosto de tudo que é diferente!


Once Upon a Time 

Tem duas versões: Unce upon a time e Unce upon a time in Wonderland. Ambas são muito boas. Não sei explicar direito mas é uma reunião de personagens de contos de fada vivendo muitas confusões e aventuras (alô, Sessão da Tarde!). Também não há apelos a sexo ou violência. O legal é que a trama é muito doida e os personagens são completamente diferentes da forma como os conhecemos. Cada personalidade é explorada de uma forma surpreendente. O elenco é bom também. Na primeira versão as mocinhas são a Branca de Neve e sua filha. Já na segunda, obviamente, é Alice.

 E você, já viu alguma dessas séries? Fala pra gente se gostou ou não!


25 agosto 2014

Espelho em formato de Photoshop?


Custa 50 euros um dos gadgets mais bacanas dos últimos tempos.

ATYPYK é uma sociedade parisiense de criação de objetos diferentes. Entre suas criações está o Photoretouch Mirror, um espelho que tem o formato da área de trabalho do Photoshop. A peça é feita com corte à laser e serigrafia.


É certo que não é um produto daqueles mais indispensáveis, mas vamos combinar que qualquer ambiente vai ficar muito mais descolado com um espelho desses integrando a decoração, não vai?

A loja da marca também tem uma série de outros projetos super diferentes, cada um mais descolado do que o outro. Vale dar uma navegada pelo site: http://www.atypyk-e-shop.com/.

Imagens: http://www.atypyk-e-shop.com

22 agosto 2014

Painel de fotografias simples e barato


Eu gosto de casa colorida, paredes cheias e estilos misturados. A diversidade de estilos revela um pouco da minha hiperatividade.

Havia uma parede branca sobrando na sala de casa. Ela não chegava a incomodar, mas provocava horas de pensamentos do tipo "o que posso colocar aí". E foi em um desses momentos que finalmente decidimos por um pequeno painel fotográfico com imagens de boas recordações da nossa vida. Corri para o meu banco de imagens e selecionei seis fotografias dos lugares que mais gostamos ou de viagens inesquecíveis.

O projeto foi simples e muito rápido. Bastou ajustar as imagens para o formato quadrado, medindo cada uma delas 15x15cm. Para imprimir usei a velha e boa jato de tinta do nosso escritório e escolhi um papel fosco de alta resolução e qualidade fotográfica. Usei esse aqui da Pimaco, mas você pode usar qualquer papel com qualidade fotográfica. Aconselho que o acabamento seja fosco para evitar reflexos e arranhões.

Depois de impressas as imagens, eu e +Augusto Noronha partimos para a colocação na parede. Medimos milimetricamente a área da parede e fixamos as imagens uma a uma com fita dupla face da mais fina gramatura e a mais baratinha que encontramos no mercado. Entre cada imagem e cada fileira deixamos um intervalo de 7,5 cm. O resultado é esse da imagem. Nós adoramos.

Nas fotografias uma cena linda de flores em um dia de verão em Caruaru/PE. Logo em seguida o belíssimo catavento colorido que compramos (e fotografamos) para o nosso sobrinho em uma praia na Bélgica. Concluindo a fileira uma cena de fim de tarde de uma viagem massa para a Praia dos Carneiros/PE. Na segunda fileira um selfie na Praia do Borete em Porto de Galinhas/PE, um detalhe da praia de Tambaba/PB e mais um click da praia do Borete com destaque para Augusto e o mar.

Fotos e projeto: +Karla Vidal. Selfie e montagem: +Augusto Noronha.

Projeto na tela.

Projeto na parede.

20 agosto 2014

Rede Social Educacional abre seu código e apresenta novo momento em evento na USP


No próximo dia 29, às 15h, acontece na sala de videoconferência do prédio da Engenharia Elétrica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli Elétrica USP) a palestra De Redu.com ao Openredu.org: a trajetória do software livre para educação com o professor Alex Sandro Gomes (CIn/UFPE).

O evento promovido pelo Projeto eMundus e pelo Centro de Estudos Sociedade e Tecnologia (CEST – USP) tem o objetivo de apresentar à comunidade acadêmica a trajetória de sucesso da Rede Social Educacional (Redu) e seu atual momento de abertura de código à sociedade que seguirá as práticas de software livre sob licença GPL2, a mesma utilizada pela maioria dos softwares livres em atividade na web.
Nesse momento a Redu passa a se chamar Openredu sem perder a sua principal característica que é ser um ambiente de colaboração para professores e alunos que permite criar situações de aprendizagem através da Internet, inclusive a partir de dispositivos móveis.

O caminho percorrido pela Redu até se tornar a comunidade Openredu.org será apresentado ao público presente pelo professor do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco, Alex Sandro Gomes. Idealizador do projeto Redu, Alex Sandro é membro da Academia Pernambucana de Ciências e líder do grupo de pesquisa Ciências Cognitivas e Tecnologia Educacional (CCTE UFPE). Coordenador da comunidade Amadeus, software livre desenvolvido pela UFPE, é também coordenador da comunidade Openredu.

A participação no evento é gratuita e os interessados devem confirmar presença através do email cest@usp.br para receber a certificação na ocasião.

Serviço

De Redu.com ao Openredu.org: a trajetória do software livre para educação
Palestra de lançamento do software livre Openredu.org
Palestrante: Alex Sandro Gomes (CIn/UFPE).
Data: 29 de agosto de 2014 Horário: 15 às 17h
Local: Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Prédio da Engenharia Elétrica. Av. Prof. Luciano Gualberto, travessa 3 nº 158. CEP 05508-010- Cidade Universitária – SP Sala: B2-07
Mapa: http://goo.gl/maps/8GF4b

Texto, arte e apoio: +Pipa Comunicação.


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