03 agosto 2015

Mais um top five de seriados do Netflix


As férias acabaram, mas deixaram um belo saldo positivo. Não vou mentir dizendo que foi nessas férias que comecei a assistir às séries que vou listar. No entanto, foi nesse período que eu pude fazer aquela maratona básica de assistir umas três temporadas seguidas. Sim, sou dessas! Quem perdeu a minha primeira listagem de séries pode acessá-la clicando aqui.

Vou partir direto para a lista e na descrição de cada série explico direitinho como cheguei até elas e o que mais me tocou em cada trama. Só quero destacar que eu sempre tento fugir um pouco das séries mais bombadinhas para conhecer coisas novas. Não que eu não assista às famosas, mas gosto mesmo é de pesquisar e assistir a produções que não entram no slide de destaques do Netflix.

Vamos a elas:

1- Lilyhammer



Conheci o seriado quando fui produzir um trabalho final para concluir um curso online sobre teledramaturgia escandinava. Eu já era fã de carteirinha de The Killing que é um remake de uma outra famosa série escandinava intitulada Forbrydelsen. Posso dizer que ainda não me arrependi de nada daquilo que assisti de origem escandinava. Os enredos são excelentes e os atores ainda melhores. Lilyhammer é uma série com pegada gangster, mas de humor. O humor nórdico é politicamente incorreto, mas divertido. O enredo apresenta a história de um mafioso americano que é delator de um chefão da máfia e precisa trocar de identidade e se mudar para a cidade de Lillehammer na Noruega. O que motiva a escolha da cidade já é uma piada. O choque cultural misturado ao esforço para manter a real identidade em segredo desencadeiam uma série de situações realmente hilárias.

2- Mr. Selfridge



Gosto de produções europeias e de época (♡ Downton Abbey ♡). Foi assim que decidi apertar o play em Mr. Selfridge. A série é sobre a construção da primeira grande loja de departamentos da cidade de Londres. O mote é bem interessante, principalmente para quem curte moda e design. Não há explicações de conceitos, mas existem dicas bem bacanas sobre a história de produtos e sobre história em geral. Os atores são muito bons, mas tenho uma leve implicância justamente com o protagonista. No começo achei um pouco caricato demais. Hoje já acostumei. Detalhe: Mr. Selfridge é um norte-americano abrindo um mega empreendimento em Londres.

3- Returned



Quando Returned apareceu no Netflix foi aquele fuzuê comparando-a com Ressurection. São parecidas mesmo, mas Returned é muito mais envolvente. Na verdade ela é mais envolvente porque é cópia fiel da original francesa Les revenants que consegue ser ainda mais envolvente e melhor na minha opinião. A questão é que a versão francesa não está no Netflix... Voltando para Returned, o enredo apresenta a história de uma cidade em que os mortos retornam à vida do nada, na maior naturalidade possível, anos após uma morte trágica. O caso mais dramático é o das irmãs gêmeas em que uma morre e volta dois anos depois com a idade que tinha quando morreu. Fica aquele climão de gêmeas idênticas, mas com idades diferentes. Não dá pra contar muita coisa porque a série é puro mistério. Pra quem gosta (eu!) é um prato cheio.

4- Hinterland



Mais uma boa série inglesa. Inspirada no estilo noir escandinavo é uma série de investigação em que o protogonista (que é um investigador, pra variar) se muda para Hinterland, em tradução livre terra de trás, a parte menos desenvolvida do Reino Unido. Assim como The Killing e mais um "tantão" de seriados de investigação nos moldes escandinavos, o protagonista de Hinterland se une a uma parceira de investigação para solucionar crimes de assassinato. A terra de trás, nesse caso, é o País de Gales.


5- Bates Motel



Não tem um só fã de Hitchcock que não tenha clicado em Bates Motel. A proposta da série é abordar a adolescência de Norman Bates que é, apenas, o protogonista do clássico filme Psicose. É uma responsabilidade muito grande para um seriado apresentar ao público as nuances do comportamento do jovem psicopata desenhado por Robert Bloch e adaptado para o cinema por Alfred Hitchcock. Logicamente que o seriado derrapa em alguns pontos, mas não deixa de ser uma opção para quando você estiver naquele período órfão de fim das temporadas de The Walking Dead ou de Game of Thrones.

É isso! Quem assistir a alguma delas vem aqui comentar se gostou ou não, combinado?

29 julho 2015

Jovem talentos do Instagram


Já escrevi aqui no blog sobre contas interessantes para acompanhar no Instagram. Eram perfis de fotógrafos e também de não fotógrafos que viram no aplicativo uma oportunidade de explorar uma ideia legal.

Pois bem, hoje eu vou fazer praticamente a mesma coisa, mas com foco em jovens fotógrafos que me tocaram pela simplicidade na produção e pela riqueza de suas imagens.

Eu me impressiono com o trabalho de muita gente todos os dias. É emocionante perceber como a mudança pela qual vem passando a fotografia proporciona uma inclusão nunca antes observada. Muito disso acontece devido aos avanços tecnológicos. Fotografia sempre foi algo muito caro, por muito tempo considerada um luxo. Eu contava minhas moedas para comprar e revelar filmes que muitas vezes me frustravam com resultados pouco satisfatórios para minhas expectativas.

Hoje, é só sacar o celular para realizar praticamente todas as formas de captura. Isso é mágico porque facilita o descondicionamento do olhar. As pessoas hoje conseguem entender melhor a luz e a composição das cenas porque têm a oportunidade de praticar o tempo todo. Por maior que seja a crítica à fotografia digital, ela nunca vai sobrepor essa conquista que, a meu ver, é a maior na história desse tipo específico de expressão artística.

Não é muito difícil comprovar o que digo. Ao participar das principais comunidades de fotografia da web é possível ter contato com pessoas fazendo fotografia a cada segundo. Várias delas são muito boas; e dessas boas há produções que eu considero fantásticas. São shots que revelam como a experiência do "vai lá e faz" estimula a aprendizagem e desperta o interesse pela teoria. Como eu sei disso? Acompanhando a produção desses fotógrafos - em sua maioria jovens aprendizes - onde percebo noções técnicas e teóricas que só tem acesso quem busca a informação, estuda e aprende. É a perfeita união do estudar e do fazer.

Deixo a seguir alguns perfis que acompanho no Instagram que ilustram muito bem o que quis dizer nesse post. Follow neles que vale a pena!


Líncolins Vasconcelos: @lancolan



Carla Rosado: @carlalrosado


Uma foto publicada por c. (@carlalrosado) em


Laura Hue: @laurahue


Uma foto publicada por Laura Hue (@laurahue) em


Flávia Barros Aneci: @abarrosf


Uma foto publicada por flávia barros aneci | récife (@abarrosf) em


@violentlyhaappy



27 julho 2015

O Pibid, a produção de conhecimento e as tecnologias


A educação no Brasil passa por um período de incertezas e de possível desaceleração dos investimentos. Mesmo nesse cenário há projetos importantes que continuam sendo tocados através do trabalho colaborativo entre professores, técnicos e alunos. Bons exemplos são as séries de publicações do PIBID Letras da Universidade Federal de Pernambuco.

O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) é uma iniciativa do Governo Federal voltada para o aperfeiçoamento e a valorização da formação de professores para a educação básica. Para atingir esse fim, o Programa trabalha com os alunos das licenciaturas, ligados a projetos de iniciação à docência, de diferentes disciplinas e áreas de conhecimento.

Na Universidade Federal de Pernambuco há ações do PIBID sendo desenvolvidas desde 2009 nos três campi: Recife, Caruaru e Vitória. As ações estão subdivididas em projetos nas áreas de Artes visuais, Biologia, Ciências Sociais, Dança, Educação Física, Filosofia, Física, Francês, Geografia, História, Matemática, Música, Pedagogia, Português, Química e uma linha específica de subprojetos interdisciplinares.

O Programa oferece aos alunos das licenciaturas a oportunidade de ter uma experiência real de ensino nas escolas públicas da região. Essa vivência promove a superação de estereótipos construídos sobre a educação pública e aos poucos contribui com o aumento do interesse dos alunos pela docência, o que fortalece as licenciaturas brasileiras que sofrem a cada dia com a evasão e a baixa procura.

No caso específico do PIBID Letras da UFPE as ações foram além. Sob a coordenação da professora Angela Paiva Dionisio os alunos organizaram as metodologias aplicadas na sala de aula das escolas atendidas pelo projeto — Escola Diario de Pernambuco e Escola Senador Novaes Filho — em forma de livros e guias que pudessem ser compartilhados e utilizados por outros professores interessados na melhoria de suas práticas de ensino e aprendizagem.

São três séries de livros digitais: Série Verbetes Enciclopédicos: diversidade de linguagens no ensino médio, Série Cadernos de Sugestões Didáticas e Série Experimentando Teorias em Linguagens Diversas. Também foram produzidos um glossário online e um espaço intitulado Cine Letras que encontraram na tecnologia o melhor auxílio para o desenvolvimento das atividades com os alunos da rede pública e para ocompartilhamento, que serve de inspiração a outros professores. Todas as produções foram desenvolvidas pelos licenciandos, em parceria com os supervisores das escolas públicas, e organizadas pelos professores do Departamento de Letras da UFPE, responsáveis pelo projeto.

Os livros gratuitos estão disponíveis no site do PIBID Letras UFPE e os interessados podem acessá-los online ou realizar o download para seus dispositivos. As publicações são repletas de ilustrações e sugestões de conteúdos adicionais como vídeos, fotografias, tirinhas e outros elementos que deixam a leitura mais atraente e dinâmica.

Em todas as séries a abordagem principal está centrada nos Gêneros Textuais na perspectiva da Multimodalidade, que é o foco de atuação do projeto. “Gráficos, tabelas, desenhos anatômicos, infográficos, mapas e histórias em quadrinhos, veiculados na mídia impressa e digital, simbolizam alguns dos gêneros textuais que migraram para odomínio educacional, tanto para serem usados em situações de aprendizagem como em situações de avaliação”, reforça a coordenação do PIBID Letras da UFPE.


Ouça notícia na Rádio MEC:


A primeira produção, a Série Verbetes Enciclopédicos - Diversidade de Linguagens no Ensino Médio, serviu como inspiração para as demais. O desenvolvimento da série nasceu de uma das situações vivenciadas nas salas de aulas das escolas públicas. "Durante a realização de um teste envolvendo a compreensão de enunciados com gêneros multissistêmicos, uma aluna não respondeu a uma questão, pois, segundo ela, não sabia o que era charge, termo que iniciava o enunciado da questão. Esse foi um dos aspectos motivadores da nossa decisão em verbetar a Série Verbetes Enciclopédicos", afirma Angela Paiva Dionisio, coordenadora do PIBID Letras UFPE.

Para a professora Maria Auxiliadora Bezerra, da Universidade Federal de Campina Grande, a Série Verbetes Enciclopédicos é um importante material de estudo em diferentes níveis e áreas do conhecimento. “Essa série não pode ser objeto de estudo apenas para o professor em serviço, ela também deve ser estudada em cursos de formação inicial ou continuada de professores. Se a habilidade de leitura dos mais variados tipos de textos e nas mais variadas linguagens é uma necessidade para alunos, saber como desenvolvê-la e trabalhá-la na escola também o é para os futuros professores”, conclui.

Os Cadernos de Sugestões Didáticas trazem sugestões sobre como os professores podem aplicar em sala de aula as informações previamente estudadas durante a leitura da Série Verbetes Enciclopédicos. São sugestões que proporcionam aos docentes desenvolver a criatividade a partir de vídeos, jogos e outros recursos. “Os Cadernos consistem em uma coletânea de atividades produzidas a partir da Série Verbetes Enciclopédicos, elaborados basicamente pelos graduandos, pelos supervisores e por mim, coordenadora do PIBID Letras/Português da UFPE”, conclui Angela Paiva.

A experiência das ações do PIBID Letras UFPE é tão rica que ainda gerou um terceiro grupo de publicações intitulada Série Experimentando Teorias em Linguagens Diversas, em que os professores envolvidos na coordenação das ações puderam desenvolver pesquisas específicas descrevendo metodologias, registrando e apontando os resultados alcançados a partir das situações vivenciadas na sala de aula das escolas públicas.

No total já foram publicados 10 livros digitais que podem ser acessados gratuitamente no endereço: http://www.pibidletras.com.br/

02 julho 2015

5 projetos legais para apoiar no financiamento coletivo

Foto: +Karla Vidal 

Tenho bolado projetos criativos  que minha mãe chama de invenções  desde a infância. Meus pais sofreram um bocado com isso. Lembro muito bem do desespero da minha mãe quando eu decidi vender pacotes de goiaba na frente da casa da minha vó. Era um projeto muito simples. Juntei todos os saquinhos amarelos de redinha das compras da família, esperei as goiabas do pé que havia em casa crescerem e fiz pacotes com 4 para vender em um caixote de madeira na frente da casa da minha vó. Minha mãe ficou preocupada e toda sem jeito, mas minha vó achou o máximo. O resultado? Vendi as goiabas e comprei muitas canetinhas e papéis de carta.

Depois desse projeto não parei mais. A questão é que nem sempre você encontra apoio e investimento para suas ideias. E não me refiro tanto a verba, mas sim a apoio mesmo, incentivo psicológico. Você recebe muito mais "isso não vai dar certo" do que "vamos tocar". O importante aqui é você acreditar na sua ideia e não desistir por nada. Afinal, nem você, nem ninguém saberá se vai dar certo sem tentar. E esse "dar certo" é sempre muito relativo.

O estilo de vida que adotei pra mim desde o projeto das goiabas é o "vai lá e faz". Tem dado certo para as expectativas que construo. Elas sempre são muito modestas porque, no mesmo evento das goiabas, aprendi com a minha vó que o tamanho das expectativas é você que define. No caso das goiabas eram duas as expectativas traçadas: vender ou comer. O ponto crucial é não traçar expectativas gigantes que te causem frustração e nem se prender às expectativas dos outros. Essas últimas, em sua maioria, são completamente fora da realidade.

Houve um período na adolescência que prometi a mim mesma que quando eu estivesse ganhando meu próprio dinheiro iria investir em projetos legais. Se um dia eu conseguir ser rica, vou destinar parte da minha renda para financiar projetos em que acredito. Ainda não consegui ficar rica, mas já estou investindo em projetos legais graças à internet e seus sistemas de financiamento coletivo, o famoso Crowdfunding.

A parte mais maravilhosa desses sistemas é que você pode escolher os projetos por afinidade e doar aquilo que você pode. Grande parte dos projetos começa com cotas de 10 ou 20 reais. Um investimento super possível. De tempos em tempos visito sites como o Catarse e o Benfeitoria em busca de projetos que me tocam de alguma forma. O último projeto que recebeu meu apoio foi o HQ Pátria Armada de Klebs Júnior que recebi em casa e adorei!


Talvez existam mais pessoas pensando como eu, dispostas a ajudar iniciativas que não conseguiram apoio ou incentivo em outros espaços. Foi por isso que decidi trazer aqui pro Blog da Pipa cinco projetos que me tocaram e que vou ajudar. A seguir descrevo um pouco de cada um deles:


1- Projeto Incondicional 



Será um livro fotográfico que vai retratar a relação da cidade de São Paulo com os animais de rua, e ajudar instituições. Link: https://www.catarse.me/pt/incondicional

2- Curso de cinema Educando o Olhar 



O curso de cinema Educando o Olhar é um projeto de formação continuada realizado em escolas públicas estaduais de Fortaleza, organizado por graduados e pós-graduados em cinema. Link: https://www.catarse.me/pt/educandooolhar

3-  Zé



Um livro pra quem ama gatos e não sabe viver sem eles por perto. Link: https://www.catarse.me/pt/ze

4- Recicleta



Projeto para construção de uma recicladora móvel que irá transformar lixo em produto. Link: http://benfeitoria.com/recicleta

5- Coletivo Passarinha



"A bordo de uma kombi, Coletivo Passarinha sai a procura de não sei o quê que possa ser redescoberto no Brasil. Ao chegar nas comunidades, propomos oficinas indisciplinares e intervenções artísticas que questionam os moldes de saber a que estamos acostumadas e formatadas". Link: https://www.catarse.me/pt/coletivopassarinha


E aí? Deu vontade de apoiar?

*UPDATE*


Acabei de receber via Facebook mais uma causa que vale a pena ajudar. Infelizmente não é um projeto e sim uma demonstração de solidariedade. Trata-se de uma família que passou por um incêndio em casa. Filhos e marido estão salvos e bem, mas a mãe ainda está no hospital. Amigos estão se mobilizando para ajudar a família a se recuperar e reconstruir a casa. Segue link: https://www.sibite.com.br/campanhas/acao-entre-amigos

03 junho 2015

Amazônia: visão caleidoscópica


Foto: +Karla Vidal 

Talvez os maiores complicadores do diálogo entre a academia e a sociedade sejam os muros virtuais que separam as áreas de estudo. Esses muros já começam a agir de forma improdutiva ainda dentro da universidade quando passam a impedir uma possível interação e colaboração entre pesquisadores. Muito tem sido falado sobre multi e transdisciplinaridade, mas o que se pode perceber na prática é que nem todas as áreas estão de fato dispostas a dialogar. Mesmo dentro de um mesmo campo de estudo existem abordagens que parecem mais disputar espaço do que colaborar.

Foi pensando em fazer diferente e discutir esse cenário que pesquisadoras das Universidades Federal e Estadual do Mato Grosso organizaram a obra Amazônia: visão caleidoscópica. Lançada em formato digital pela Pipa Comunicação o eBook é uma obra coletiva que propõe a integração de conhecimentos a partir de diferentes visões da Amazônia Legal.

Foto Flora Caleidoscópica: +Karla Vidal 

Multidisciplinar, o livro digital é composto por 18 artigos distribuídos em quatro blocos temáticos: o homem no espaço amazônico, linguagem, educação e biodiversidade. São contribuições que envolvem pesquisadores de diferentes instituições como a Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a Universidade Federal do Pará (UFPA) e a Universidade Federal de Rondônia (UNIR). Entre os artigos, pesquisas no campo da Política, da Sociologia, da Economia, do Direito, da Linguagem, da Educação e das Ciências Naturais.

Organizada pelas pesquisadoras Marieta Prata de Lima Dias, Neusa Inês Philippsen, Sandra Luzia Wrobel Straub e Tânia Pitombo de Oliveira, a obra tem o objetivo de propor uma reflexão sobre a divisão do conhecimento científico em diversas áreas de especialização. Para as organizadoras, integrar conhecimentos pode ser a solução para problemas ao proporcionar o diálogo entre diferentes áreas.

Foto: +Karla Vidal 

Para promover esse diálogo o mote escolhido foi a discussão sobre a região denominada Amazônia Legal. São análises que comprovam como o fazer científico é diverso e interligado, ultrapassando a fronteira das especializações e disciplinas. "Destacamos que a discussão da Amazônia se apresenta como significativa em todos os processos/espaços de discussão, ou seja, nas questões econômicas, sociais, políticas, linguísticas, científicas e educacionais; assim, propomos com essa publicação contribuir para a reflexão sobre os diferentes olhares sobre/da/na Amazônia Legal", concluem as organizadoras.

SERVIÇO

Amazônia: visão caleidoscópica
Marieta Prata de Lima Dias, Neusa Inês Philippsen, Sandra Luzia Wrobel Straub e Tânia Pitombo de Oliveira (Orgs.)
Formatos: PDF, Epub e Mobi.
Valor promocional: R$ 19,90
ISBN: 978-85-66530-38-4
Aquisição: livraria online da Pipa Comunicação: http://www.pipacomunica.com.br

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